Capítulo 24

971 Palavras

Guerreiro narrando — Qual foi, patrão? Mandou me chamar? — ele fala relaxado, puxando a cadeira e se jogando nela como se fosse só mais uma noite comum. Eu não respondi de imediato. Peguei a folha e deslizei na direção dele, devagar, mantendo o olhar fixo. — Tá vendo esse cara aqui? — eu pergunto seco, batendo o dedo no nome e mantendo a mandíbula travada. Ele olha, inclina a cabeça, lê o nome e solta a fumaça. — Tô. Esse comédia aqui é um cuzão. Pai do playboy que troca pó com cigarro falso pra nós — ele responde com desdém, coçando o queixo e ainda sem entender onde eu queria chegar. Eu me inclino pra frente, o olhar ficando mais duro. — E o que que tem? — ele pergunta, franzindo a testa, começando a perceber que tinha algo errado. Eu bato o dedo com mais força no sobrenome. —

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