CAPITULO DOIS

1492 Palavras
Eu posso dizer pelo seu sorriso que ele gosta da minha familiaridade e que eu saiba o seu nome, mas ao encará-lo pela primeira vez, percebo que melhora muito a impressão que ele me deu, olhando ele por trás. É um executivo muito apetitoso, ele é muito gostoso e é difícil para mim parar de olhar para a sua bun*da. Ele parece em forma, não é muito magro, nos seus 40 e poucos anos ele está muito bem. Cabelo curto, moreno, com cabelos grisalhos bem cuidados que lhe dão aquele toque maduro atraente... Subo pouco a pouco até o seu rosto, para descobrir uma barba bem cuidada, adoro homem com essa barba! Então, chego no seu olhar penetrante, de homem inteligente, até um pouco travesso... Deus, esse olhar? Não pode ser! Eu fico em estado de choque por alguns segundos olhando nos olhos daquele homem. Como não percebi antes! É o? É Roberto? Meu ex cunhado?! O bastardo que largou a minha irmã mais velha, a um ano e meio? O que ele faz aqui? Como não o reconheci antes? Já se passaram dez anos, ele mudou eu mudei. Mas, tenho que dizer que ele está melhor do que eu me lembrava. Ele está falando comigo, mas não consigo ouvi-lo, porque a minha cabeça está girando e parece que vai explodir. Não há dúvida, é o Roberto, meu ex-cunhado, eu posso ter esquecido por um momento, mas, sempre lembrado como "o grande sacana", porque além de trair a minha irmã, ele me traiu, bem, embora eu fosse uma criança na época, tinha uma queda platónica por ele. Naturalmente, não ouvimos falar daquele porco novamente, tanto a minha irmã Silvia como eu, desde que ele desapareceu repentinamente da vida dela... e, claro, da minha. Lembro que ele foi designado por seu trabalho anterior para um projeto em Viena, e a minha irmã ia e vinha alguns fins de semana, e ele vinha apenas uma vez por mês. Não tenho certeza, mas acho que essa viagem e tanto tempo separados os levaram a acabar definitivamente com o casamento deles, bem, tem também a história que esse bastardo se envolveu com uma mulher no trabalho. Quando a minha irmã descobriu, ela passou por momentos terríveis e me lembro do dia em que ela o mandou expressamente se fod*er. Eu era adolescente na época e lembro que a Silvia sofreu muito, porque ela estava tão apaixonada por ele e foi difícil para ela se recuperar. Sofri por ela e para mim, porque me senti parte do engano. Esse cara sempre mexeu muito comigo, mas acho que ele nunca me notou, principalmente porque tínhamos mais de 1O anos. Eu estava no ensino médio na época e acho que ele me via como uma menina, então nunca nem olhou para mim. Por isso doeu tanto quando isso aconteceu e claro que foi pior para a minha irmã, que nunca superou. E agora encontro ele aqui, no meu escritório e ainda por cima ele é meu chefe! Parece bastante claro que ele não me reconheceu ou pelo menos parece que não, porque ele me cumprimenta de forma adorável e não tenho certeza se ele notou o meu choque e a minha surpresa. — Olá, prazer em conhecê-la, Carla. Eu sou o Roberto, já me falaram sobre você, muito bem, por sinal. Ele me diz sorrindo. — Obrigado. Respondo com o melhor dos meus sorrisos olhando aquela boca que Eu sempre fui tão atraída. — Se você concorda, vamos começar a reunião agora e fazer as apresentações. Ele me diz, enquanto me pega levemente pela cintura, com excessiva confiança para ir até a mesa. Eu posso ver como ela aproveita a oportunidade para me dar uma boa revisão na minha bun*da apertada e nas minhas longas pernas. Sinto um formigamento no meu s*x*o quando me sinto sendo escaneada por aquele homem. É a primeira vez que ele me olha como mulher e eu sei que eu o atrai, percebi desde o primeiro minuto. Como havia previsto, Roberto senta-se à cabeceira, à sua direita o CEO ao lado do CFO, e eu ocupo o lugar que havia deixado reservado com as minhas coisas. Aquele homem está me observando de perto. Enquanto me sento lentamente na cadeira, marcando os meus movimentos com a maior sensualidade e pensando maliciosamente: — Você gosta do que vê? Bem, eu vou fazer você sofrer um pouco, bastardo! Eu vou gostar disso! Sento-me ereta, com o meu traseiro mais perto da borda da cadeira. O meu sutiãn de sustentação, faz com que os meus sei*os se destaquem mais no meu decote, enquanto cruzo uma perna sobre a outra, deixando Roberto ver grande parte da minha coxa e a renda da meia por baixo da minissaia. Sei que costuma ter efeito imediato. Mas ele parece não notar. Eu quase desisto mais percebo de imediato que a minha atuação não foi perdida, de forma quase imperceptível, um segundo ou dois talvez, mas elegantemente escondido ele olha. Parece que quer causar boa impressão nos outros e sabe que ele é o centro das atenções, ele não pode se distrair agora... Vou ter que me esforçar um pouco mais. A reunião começa, o CEO e o Gerente Financeiro fazem uma breve apresentação, e passam a palavra para Roberto, que se apresenta a todos. Ele nos faz um breve resumo da sua trajetória profissional, comentando que já trabalhou em vários projetos internacionais, o que eu já sabia. Começando por Viena, que traz tantas lembranças ruins, e depois no México, Roma, Paris e, finalmente, Madrid. Isso explica por que eu não sabia absolutamente nada sobre ele todo esse tempo. Enquanto ele da as duas explicações, eu o observo atentamente e ele olha para mim, mas ele o faz disfarçadamente, embora eu possa notar a atração e como aqueles olhos estão cravados no meu decote. Eu finjo tomar nota acasionalmente olhando para o meu caderno ou mordendo levemente a caneta com os lábios pintados de vermelho, ao mesmo tempo, começo a movimento lúdico com o meu sapato de salto alto, que nunca falha. Eu sempre gosto de usar salto alto, mas um número maior do que o meu, para me permitir, precisamente isso, sutilmente flertar com ele. Retirando do calcanhar com um simples movimento dos dedos. Isso é muito útil para momentos como esse, então eu comecei a brincar com ele, e um som muito leve de "flop", quando o salto sai do meu pé e começo levemente, revelando o meu calcanhar, e pouco a pouco, a cada balanço do meu pé, o sapato dança cada vez com um equilíbrio mais precário, tampando apenas a ponta do meu dedo do pé. E eu brinco com os meus dedinhos de meia que se projetam para fora do sapato, mostrando também as minhas unhas pintadas de vermelho, como os meus lábios. Roberto não perdeu a minha atuação, eu percebi, porque, acompanhei os seus olhos assim que comecei a brincar com os meus sapatos e vejo como ele tenta desviar o olhar. Ele limpa a garganta e continua o seu discurso. Eu posso ver como os seus olhos dilataram, na tentativa de manter o autocontrole olhando para o rosto do resto da equipe alternadamente, e como ele mexe nervosamente com a caneta nas mãos... que por sinal eu amei! Eu tinha esquecido delas, aquelas mãos com dedos longos, como pianista, mas, ao mesmo tempo forte e segura, e as move como se fosse um maestro, gentilmente, mas habilmente, fazendo as pessoas manter a atenção onde ele quer. Percebo, cada vez com mais clareza, como é difícil manter a atenção e como, quase imperceptivelmente, ele tenta continuamente desviar o olhar para as minhas pernas e o meu pé. Estou gostando disso, acho que estou deixando ele com tes*ão e gosto de fazê-lo sofrer. — Isto é apenas o começo, Roberto. Digo a mim mesmo. Num ponto da reunião, deliberadamente e aparentemente acidentalmente, deixo cair o sapato e o som é claramente percebido na sala. de reuniões, "cloc", ao cair no chão de madeira. Percebo como ele olha para a minha perna e pé, e faz um gesto muito leve com a boca. Não sei se interpreto como um sorriso, ou surpresa. Enquanto sorrio para ele como se nada tivesse acontecido, enquanto estico a perna coberta pela meia, e com o pé descalço procuro o sapato debaixo da mesa, movendo o dedo do meu pé descalço em pequenos semicírculos onde deveria estar o sapato, eu finalmente o localizo, tocando o dedo do pé, tentando puxa-ló para mim. Nesse momento, Roberto, que continua falando e está fazendo uma apresentação em Power Point, ele se vira na cadeira para apontar um fato da apresentação, e com habilidade incrível, sem olhar, chuta o meu sapato para longe do meu pé novamente, deixando-o fora do meu alcance. Ele se vira para continuar a sua conversa e olha para mim sorrindo, como se ele não tivesse notado nada. Ele está jogando desta vez comigo.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR