pai

1160 Palavras

Ela estava deitada sobre ele, o corpo mole, o rosto no peito dele. As mãos dele subiram, encontrando os cabelos dela. Longos, escuros, macios. Ele enrolou nas pontas dos dedos, puxou levemente, apertou. — Nunca corte — disse ele, a voz baixa, firme, quase uma ordem. — Nunca. Helena levantou o rosto. Os olhos dele estavam sérios, possessivos, determinados. — esta me pedindo ou isso é uma ORDEM? — ela riu. — É um pedido — disse ele. — Do garoto que perdeu você uma vez e não vai aguentar perder de novo. Nunca corte, Helena. Eu quero eles assim... Ela assentiu, sem palavras. Ele a ergueu nos braços, leve, e a carregou para o banheiro. A banheira já estava cheia, o vapor subindo, a água quente. Ele a sentou na borda e entrou atrás dela, puxando-a para o colo. Duro atrás dela. Lentamente

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