Olhos +18

1438 Palavras
Caio narrando. Ela parece constrangida a todo momento, mas seu corpo não esconde sua excitação comigo, caminho lentamente até o colchão que ajeitei e a deito com cuidado, parando um momento apenas para admirar seu corpo, sua boca entreaberta enquanto respira com dificuldade pela sua excitação. — Tire suas roupas querida, ou eu tiro — ameaço e para minha surpresa ela sorri, retirando sua blusa branca, sua peça íntimas desenha seus s***s de uma forma excitante, o tecido branco rendado me faz ter vontade de arrancar com os dentes. Ela começa a desabotoar seu jeans, e para ajudar no processo pego o tecido grosso retirando eu mesmo, ela gargalha não entendo a profundidade de excitação que estou nesse momento. Me curvo ao chão, segurando em suas pernas e as coloco sobre meu peito. Beijo suas coxas com carinho, subindo lentamente enquanto ela se apoia nos cotovelos, os olhos dela me seguindo com expectativa. — Tem certeza? — pergunto, a voz grave. Ela assente, o olhar cheio de desejo e agora sério. — Sim... — a resposta sai quase como um suspiro. Me abaixo um pouco mais e mordo suavemente suas pernas, subindo até chegar à coxa. Com um movimento decidido, puxo sua calcinha e a removo por completo. O cheiro da excitação dela me envolve, e meu corpo reage de imediato. Minha mão encontra sua i********e quente, os dedos deslizando habilmente enquanto continuo subindo, espalhando beijos por sua pele. O corpo dela responde ao toque, e os gemidos sutis são um convite para ir mais fundo. Chego aos s***s dela tão apetitosos, sigo minha vontade rasgando o material com minha boca, ela grita assustada. — Caio! — ela tenta me repreender e ignoro abocanhando sua carne macia e saborosa, apertando um deles com a mão enquanto os lábios envolvem o outro. A sensação da pele macia sob minha língua e a forma como ela arqueia o corpo me fazem sorrir. Mordo suavemente os m*****s, sentindo o prazer que ela extrai de cada gesto. Me afasto por um momento e assopro levemente sobre eles, o ar frio deixando- ainda mais duros e sensíveis. Ela geme, puxando meus cabelos na nuca, forçando minha cabeça para cima. Seus olhos brilham quando me beija, arranhando a parte de trás do meu pescoço com uma urgência que me deixa ainda mais e******o, sua loba está acordando. — Companheira... — gemo entre o beijo que ela agora me devora, mas ela me empurra um pouco para trás, os olhos sérios. — Continua Caio, por favor. — Hoje, eu só quero te dar prazer. Ela respira fundo, o peito subindo e descendo rapidamente. — Tudo bem — diz ela, a voz trêmula de antecipação. Me ajoelho no chão, com a boca próxima de sua i********e, e vejo o olhar curioso dela. Ela parece pronta para perguntar algo, mas antes que qualquer palavra saia, minha boca já está nela. Eu a devoro com vontade, a língua deslizando pelo seu c******s, e o gemido que escapa dos lábios dela me faz querer mais. Ela se deita totalmente no colchão, os olhos fechados, os gemidos suaves enchendo o quarto enquanto eu continuo o trabalho. Sinto seu corpo reagir quando introduzo um dedo em sua v****a, explorando-a, e ela arqueia as costas, o prazer evidente em cada movimento. Sua respiração está acelerada, quase em desespero, enquanto eu aumento o ritmo, os dedos agora se movendo com mais intensidade. Me afasto da sua i********e por um momento, mas continuo estimulando seu c******s com os dedos, massageando de forma que a deixa à beira de explodir. Ela está perto. Posso sentir. Mas diminuo a velocidade de propósito, a deixando frustrada e à beira do desespero. Ela ergue a cabeça, me lançando um olhar cheio de desejo, seus olhos implorando. Eu a observo, com um sorriso satisfeito no rosto. — Está gostando, minha companheira? — pergunto, sabendo muito bem a resposta. Ela assente, as palavras quase não saindo. — Mais, por favor. Meu sorriso se alarga, e volto ao que fazia antes, desta vez com mais intensidade. Chupo sua i********e com vontade, a língua explorando cada ponto sensível, e finalmente a sinto se entregar por completo. Ela geme alto, o corpo estremecendo quando o orgasmo a toma com força. Vou diminuindo o ritmo conforme ela relaxa, sua respiração ofegante enquanto o corpo se acalma. Ela está exausta, mesmo sem ter feito nada além de receber o prazer que eu a dei. Me levanto, chupando os dedos lentamente, saboreando o gosto dela enquanto a arrumo nos cobertores fofos com cuidado, deitando ao seu lado. — Caio... — ela me chama, a voz ainda trêmula de cansaço. — Shhh — tento a manter calmo mas ela começa a me beijar, suas mãos passeiam por meu peito, descendo entre arranhões até minhas roupas íntimas, que ela começa a tirar de mim — Companheira — Eu quero mais meu lobo, quero tudo — ela diz e sobe em cima de mim, completamente nua, suas mãos ágeis começam a arrancar minha única peça de roupa que eu a ajudo a retirar. Tento respirar fundo e me controlar, não ser bruto, ou eu posso quebrar minha companheira. —Agora sou eu quem vai comandar… — ela diz subindo em meu quadril e rebolando contra meu p*u ereto e duro, p***a. Minha Luna se move contra mim enquanto me sento sobre o colchão, seguro em sua b***a a fazendo sorrir e me beijar, sua mão aperta meu maxilar me mantendo preso a ela, agora mais forte… sua loba está voltando, eu sinto isso. Esse desespero, força, excitação… é seu lado lobo, por mais que ela não acredite. — Sinta nosso cheiro querida — digo baixo e ela inala profundamente, abrindo seus olhos agora em um tom de azul iluminado, reluzente como uma ômega, ela não parece perceber, mas sorrio a beijando mais uma vez. Encaixo meu p*u na sua v****a, e enquanto eu a conduzo lentamente, ela se movimenta de uma só vez, os olhos se fechando enquanto o prazer toma conta do corpo dela e ela grita sem se conter. Beijo seus lábios, tentando distraí-la da dor. — Caio — ela diz mordendo minha pele do ombro para aliviar sua dor e sorrio com o outro significado, minha companheira me marcou, ela me aceitou e me marcou! Obrigada deusa Lua. Faço o mesmo em seu ombro e ela geme alto, seu aroma e******o maior dessa vez, seu corpo parece em combustão de tão quente, ela se movimenta, com minha ajuda me montando lentamente. Sua sincronia com a minha é perfeita, única, aperto sua b***a com força, puxando-a contra minhas coxas, desejando que a sua b****a engula cada centímetro do meu p*u. Mordo seus lábios e sinto quando ela perde o ritmo, começando a rebolar com mais força e velocidade. Sua cabeça cai sobre meu ombro, e os gemidos dela, baixos e roucos, soam como um ronronar quente direto no meu ouvido, me deixando ainda mais e******o e quase não resistindo. Seguro sua cintura firme, ajudando-a a se movimentar. Quando ela aperta a v****a em torno de mim, fecho os olhos por reflexo, o prazer é tão intenso que parece que está me esmagando. Sinto que estou à beira de explodir dentro dela, e a sensação é indescritível, uma mistura de dor e prazer que me consome. Olho para os olhos dela, apertados em puro êxtase, e começo a estocar mesmo sentado, empurrando para dentro dela enquanto ela se move. Pelo som de seus gemidos, abafados e intensos no meu ouvido, sei que ela está prestes a gozar também. Nossos corpos estão sincronizados, compartilhando o mesmo ritmo desesperado. Mordo seu pescoço, sentindo o gosto salgado do suor em sua pele enquanto ela se contorce, Sinto meu corpo tenso, e logo o prazer me toma por completo, e g**o dentro dela, o aperto de suas paredes, respiro fundo com meu p*u ainda duro, é um efeito de lobo, mas não devo exigir mais de minha companheira, ela está cansada, foi sua primeira vez, lentamente me retiro de seu interior escutando seu suspiro reprovador. Nossas respirações estão descompassadas, o corpo dela ainda estremecendo sobre mim. Começo a acariciar suas costas suavemente, esperando que nossas respirações se regularizem. A exaustão está evidente no corpo dela, mas, mesmo assim, ela parece querer mais. Beijo seu ombro, sentindo o calor da pele dela contra meus lábios, e me levanto com dificuldade, sem soltá-la. Ainda a mantenho no meu colo, o desejo por ela insaciável, mesmo depois de tudo. — Devemos comer agora, beber algo — digo e ela se recusa voltando a me beijar. — Isadora! — a repreendo mas sei que não resistirei.
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