Histórias antigas

746 Palavras
Bucky. Bucky: Era isso que eu ia te falar Steve, mas isso foi há muito tempo *de volta à sua mente* Você estava perdidamente apaixonada naquela época, mas vocês tiveram que se separar quando ele saiu em missão, na guerra. *fora da sua mente* Tony: Drog4, se faz tanto tempo assim, ela não pode ser humana. Bruce pesquisa sobre esse incêndio, põe especificações, põe local, coloca tudo aí para tentarmos achar algo, algum familiar, não sei. *Bruce  procurando* Bruce: Achei, olha aqui, mas não tem reportagem, isso é muito antigo, só tem imagens do jornal da época, mas ela foi para um orfanato, podemos procurar algo lá. *voltando ás sua memórias* Homens de cores estranhas te perseguiam, pessoas como você nunca tinha visto igual na terra, você foi levada com eles para um lugar que você não conhecia, á partir daí suas memórias foram realmente bloqueadas. *fora das suas memórias* Bruce: d***a, ela foi raptada, por isso perdeu toda memória. Nat: Mas, por qual motivo alguém do planeta titã iria querer uma humana? Até aí ninguém sabia que ela tinha poderes. Tony: Só se... Só se ela não for humana. Nat: O quê? Não, ela tem pais humanos, você viu as memórias de quando ela era criança. Tony: Mas não vimos de quando ela era um bebê, nem depois de levarem ela. Nat: É possível fazer isso Bruce? Bruce: na verdade, sim, mas pode ser perigoso, eu nunca fiz. Bucky: então não faz. Tony: precisamos de respostas. Nat: E por isso, vamos mata-la?  Bruce: Não sabemos se isso vai m***r ela Natasha. Nat: Exatamente, vocês não sabem, ainda existem riscos. Tony: d***a Natasha, por que se importa tanto?  Nat: É uma pessoa Tony, com sentimentos, com vida. Tony: Uma pessoa que pode m***r outras. Peter: Pessoal. Tony e Nat: O que foi Pet... ( Eles olham para você que acordou á poucos minutos) Nat: A, oi s/n, tudo bem? S/n: Do que vocês estavam falando? Eu sou uma assassina? Nat: Não, é que...  Tony: Ainda não sabemos, para termos certeza precisamos chegar mais a fundo na sua mente, mas isso pode ser perigoso. (Tony interrompe ela) S/n: Tudo bem, vai, eu aguento. Nat: S/n, você não precisa fazer isso, você sabe, né? Bucky: Pode ser perigoso, se você nunca voltar? S/n: Quem é você? Bucky: ... S/n: Vai Tony, eu aguento. (você se deita e Bruce te prepara novamente) Bruce: Ok, vamos lá, mas acho melhor usarmos o monitor cardíaco. ( Ele coloca o monitor em você) *De volta ás suas memórias* Você é filha de uma Asgardiana, não sabemos que é o seu pai, pois, quando você era bebê você só viu o rosto da sua mãe, sua mãe te colocou numa nave ás pressas, ela estava sendo perseguida, e a última memória que você tem daquele planeta quando você era bebê é o rosto da sua mãe, as lagrimas dela que escorriam e pingavam na sua bochecha, depois disso você só ouviu gritos. *Fora da sua memória* Tony: d***a, s/n, uma asgardiana, isso pode ser perigoso. Bucky: Ela não é perigosa, eu conheço ela, confio nela. Tony: Eu não confio em você, Bucky, vou confiar em alguém que você diz ser confiável? Fora que, você poderia ter dito antes que conhecia ela, Por qual motivo esperou até agora sr. Barnes? Tem algo mais que você esconde? Bucky: Eu só acho ela confiável, e não fala do que você não sabe. (Ele fala alterado e apontando o dedo na cara de Tony) Bruce: Olhem isso... *de volta á sua memória* Alguns asgardianos estavam te torturando, pois queriam sua ajuda numa chacina em Asgard, eles chamavam de 'A purificação'. Depois que purificassem Asgard, eles iriam para toda a galáxia, você nunca fez o que eles mandaram, eles estavam te torturando, torturas horríveis e inimagináveis, você não aguentava mais, mas, a piorar parte é que, como num passe de mágica, toda vez que você estava prestes a morrer, alguém te curava, só para poder começar tudo de novo, quando você estava sendo torturada, tanto fisicamente quanto psicologicamente, eles gritavam com você, o que te traumatizou, aquelas torturas que você sofreu, minutos pareciam horas, dias eram meses, meses pareciam anos, você foi para lá com 19 anos e voltou com 21, quando quase por um milagre você conseguiu escapar, com a ajuda de uma pessoa. *Fora da sua mente* Peter: Gente, gente (ele fala apontando para o monitor)
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