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459 Palavras
Acordo com uma dor de cabeça a luz doí eu jogo pragas em todos que conheço um lugar branco tudo branco.   —pensei que o inferno fosse mas como dor, vermelhidão ou coisa do tipo não branco.    —Você não morreu está no hospital luna. diz fazendo uma reverência ele me chamou do que?.  — Bem você diz pelo que eu estou sabendo sobre sua situação.   —onde está o pim?.    —o garoto que quase morreu quando te vi ai kkkkkkkk ele e o alfa ficaram o tempo todo aqui mas eles começaram a feder então os expulsei .solto uma risadinha que depois vira eu quase morrendo de rir com o médico   *HORAS DEPOIS* Sai do hospital antes que pim e liu chegassem todos me olhavam e reverenciavam que chato bem que liu falou!, vejo uma loja de roupas e skates entro e vou vendo até para em um que é vermelho e preto com uma caveira branca pego o skate e vou ver roupas pego uma blusa preta com uma caveira de cartola é fumando pegou uma jaqueta de couro e um chatinho meio curto demais para mim e um sapato, pago mais uma mochila de couro e saiu faz muito tempo que não faço isso é tão bom meu cabelo azul e vermelho são soprados ao vento eu dou um pequeno sorriso. e paro em uma lanchonete bem caseira um cheiro de bolo de chocolate o local tem poucas pessoas eu sento e uma senhora vem me atender aparenta ter 50 olhos verdes cabelo castanho usa um avental.  —O que deseja?. ela não se curvou a qui nem uma pessoa se curvou aleluia!. —Bolo de chocolate o cheiro está ótimo!. cheiro o ar ela que estava com uma carranca dá um sorriso sincero e sai. voltando depois com uma fatia de bolo e uma xícara de chá.  —O chá é por conta da casa, desculpe, mas você é nova aqui não é?.  — sim por que?.   —Aqui é um lugar para humanos em uma cidade para lobisomens eles têm um olfato maior mas também um paladar melhor a comida deles aos gosto humano e bem a senhorita entende.   —kkkkk e agora que falou e bem. não terminou pois a porta se abre e liu entra todos reverenciam ele .  —o que traz o senhor alfa?. —ola senhora Helena vim aqui atrás da minha companheira mas não pensei que a encontraria com a senhorita. ela parece ter um pequeno ataque de histeria dentro de si junto com todos que nos via.  — Vamos Aly? Precisamos conversar.  —mas meu bolo. —depois ele me arrasta —meu bolooooooooo. já falei que quando tem comida no meio eu mudo de personalidade?.
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