Capítulo 4

1947 Palavras
Alícia narrando Depois de passar o dia naquele salão ouvindo todo falar do cara que saiu da cadeia. — Ele é um gato, mas eu vi ele com a Fabíola.– uma das meninas falou. — Ela só ia visitar ele na cadeia em dia de visita íntima menina, mas era paga pra isso.– minha cunhada falou. — Eu também fiquei sabendo disso, mas do jeito que ele é gostoso, eu iria até de graça.– o pink falou todo eufórico. Pink era o dono do salão, o viado era três anos mais velho do que eu e era o meu melhor amigo. — Olha quem tá vindo ali, o Jefinho não cansa de correr atrás de tu amiga.– eu revirei os olhos. O Jefinho é o filho do braço direito do meu irmão, ele não era p***a nenhuma aqui na Penha, mas se achava o bandido. Eu e ele namoramos durante um ano e foi com ele que eu perdi a virgindade. Mas aí eu descobri que ele me traí para c*****o e como eu não tenho vocação pra ser rena de papai Noel, eu terminei com ele. Mas sabe como é homem, ele nunca se conformou com o fim do nosso namoro e vive tentando me convencer a voltar pra ele. — Vai demorar muito aí Alícia, quero levar um lero contigo.– eu ia até responder, mas a minha cunhada respondeu por mim. — Ela vai demorar, sim Jefinho e daqui ela vai pra casa comigo.– ele fechou a cara. — Eu não falei contigo Suzana, fecha o cu. — Tu tá pensando que está falando com quem, quem é você pra mandar eu fechar o cu.– minha cunhada se invocou. — Abaixa a bolinha, tu que veio se meter aqui no meu assunto com a Alicia.– ele cruzou os braços e antes que coisa ficasse pior, eu entrei no meio. — Chega gente, olha onde estamos.– me virei pra Suzana.— Eu vou ver o que ele quer falar comigo, não vou sair daqui da frente.– ela entortou a boca.— Seja rápido Jefinho.– eu saí do salão. — Sua cunhada bate maior neurose comigo, nunca fiz nada com ele.– eu olhei pra rindo. — Nunca fez nada com ela, mas e comigo?– ele abaixou a cabeça. — Tu nunca vai esquecer isso né, só te trai uma vez só porra.– eu ri negando. — Uma vez, tá de s*******m Jeferson, você me traiu com um terço das meninas da penha e sem contar com as meninas do complexo do lins.– ele ficou calado.— Mas é sobre isso que você quer falar?– ele negou com a cabeça. — Não, vim te perguntar se tu vai pro baile mais tarde?– confirmei com a cabeça.— Vou liberar meu camarote pra tu. — Não precisa, eu vou com a Suzana e eu tenho certeza que ela não vai querer ficar no mesmo ambiente que você. — Tranquilo, mas eu vou te levar pra lanchar depois do baile. — Eu vou pensar e depois eu te falo.– ele tentou me beijar, mas eu cheguei pra trás.— Não faça mais isso Jeferson, vou entrar antes que a Suzana venha até aqui.– me despedi dele e voltei pro salão. ***** Eu tive que ouvir a Suzana falando no meu ouvido o tempo inteiro, ela não parou de falar desde que eu voltei pro salão. Chegamos em casa já ia dar 21h da noite, ela ainda foi deixar a minha sobrinha na casa da tia dela. Enquanto ela foi até lá, eu comecei a me arrumar. Ainda bem que já maquiagem e cabelo eu já tinha feito no salão do Pink. Eu precisava tomar banho e me vestir. Meia noite em ponto chegamos na quadra, eu achei que fosse pegar um camarote pra nós, a Suzana me levou pro camarote do cara que tinha saído da cadeia. Tinha uma monte de gente sendo barrada, mas quando o segurança viu que era a gente, ele liberou a nossa entrada. Fomos ficar na quadra, começamos a dança, como a minha cunhada não estava bebendo porque ela ainda ia pra Bangu, ficamos só água. Enquanto eu estava dançando, eu senti que tinha alguém me olhando. Quando eu olhei pra trás, vi um moreno tatuado que não tirava os olhos de mim. O jeito que ele me olhava, acendeu algo dentro de mim. Eu não preciso fazer muito esforço para descobrir quem era ele, o DJ Rennan deu um salve pra ele. Eu devo admitir que as meninas no salão não estavam exagerando. Depois que ele voltou pro lugar dele, ele continuou me olhando, de vez enquanto eu olhava pra trás só pra conferir se ainda estava ali. — Alícia, eu já estou, você vai ficar?– minha cunhada perguntou. — Eu vou ficar, ainda tem show do Ret e você sabe como eu sou apaixonada nele.– ela confirmou com a cabeça, antes dela ir embora, me deu mil recomendações, e uma delas era não ficar com Jefinho. Três horas da manhã, os meninos já tinham cantado e eu estava quase indo embora quando a Rayane apareceu. — Amiga, você está aí.– ela me abraçou. — Eu vi com a minha cunhada, mas ela já foi.– ela fez cara de nojo, ela e a Susana não se gostam. — Calma aí que eu já volto.– ela foi até o tal de PH e sentiu no colo, confesso que isso me incomodou um pouco, mas depois ela voltou rindo.— Amiga, meu irmão tá afim de ficar contigo, ele disse pra encontrar com ele ali na rua de cima.– eu olhei pra confirmei com a cabeça.— Vai lá safada, quem sabe assim você não vira oficialmente a minha cunhada.–ela já estava bêbada. O PH saiu na frente e eu esperei uns cinco minutos e depois eu fui atrás. Quando eu cheguei na rua de cima, ele estava me esperando na moto dele. E mandou eu subir, eu perguntei pra ele ia me levar e ele só pediu pra eu confiar nele. Por mais que eu não quisesse confiar, a minha vontade de ficar com ele era maior. Antes de sairmos da favela, ele passou na casa dele e trocou a moto pelo carro. Eu já imaginava que ele fosse me levar pra um motel na beira de estrada, mas para minha surpresa, ele me levou pra hotel cinco estrelas. Ele foi até a recepção e fez as nossas reservas. Entramos no elevador e assim que as portas se fecharam, ele me imprensou na parede e me beijou tirando o meu fôlego, uma das suas mãos adentrou no meu decote apertando o bico do meu peito. De repente o elevador parou e ele me puxou pra fora. Quando olhei aquele suite, eu quase caí pra trás. — Gostou?– ele perguntou enquanto eu olhava a vista. — Nossa, aqui é lindo.– ele me abraçou por trás.— Mas eu preciso te falar uma coisa.– ele beijou o meu pescoço. — Vai me dizer que é virgem.– ele perguntou rindo. — Não é isso, é que a gente não conhece e eu..– eu fiquei sem graça de falar. — Relaxa, você não se sente à vontade pra t*****r, é isso? – balancei a cabeça timidamente.— Tranquilo, estamos aqui pra nós conhecer e curtir um pouco.– ele disse me puxando pela cintura me envolvendo num de tirar o fôlego.— Vamos entrar na piscina, vem.– ele começou a tirar a roupa, ficando completamente pelado. Foi difícil não olhar para aquele homem nu e com aquele p*u cheio de veias. Minha boca encheu de água, então no modo automático e sem tirar os olhos dele, tirei a minha roupa ficando nua na sua frente. — Você é perfeita.– ele falou antes abocanhar o meu peito com se fosse um bezerro faminto.— Eu sei que você vai quer t*****r, eu estou louco pra sentir a sua boca no meu pau.– eu engoli a minha própria saliva, assim como ele, eu também queria sentir o p*u na boca.— Já fez 69 ? — Não.– ele abriu um sorriso. — Ótimo, vou te ensinar como se faz.– ele se deitou na cama.— Agora você bota uma perna em cada lado do meu ombro.– fiz do jeito que ele falou.— p**a que pariu, que visão maravilhosa.– ele deu tapa na minha bunda.— Agora é só descer com a b****a na cara, enquanto eu te chupa, você chupa também. Ele estava com de p*u duro e apontando pro meu rosto, eu sentei com a minha b****a quase no rosto dele. Ele me puxou com força e me ajeitou, fiquei de cara com aquele p*u maravilhoso, eu não perdi tempo e abocanhei sentindo aquele gosto salgado, ele bem duro na minha boca, eu fazer ele gozar, mas não queria que fosse tão rápido. Comecei a chupar bem devagar indo fundo, sugando, lambendo, fazendo as técnicas que tinha aprendido e por experiência e lido nos livros que eu lia. — p***a, que boquinha gostosa... Ele puxou mais me pedindo para abaixar mais, eu me abaixei e ajustei. Senti aquele bafo quente perto do meu c******s, minha b***a sentia aberta, arrebitada. Eu estava me sentindo uma p*****a, confesso, mas estava bastante interessante. Continuei com o p*u dele na boca, chupando. Aí ele começou a sugar o meu c******s com muito mais vontade, a minha b****a já estava sensível, bem sensível. Ele notou minha reação e repetiu, ele enfiou dois dedos na minha b****a Eu gemia com certa dificuldade com o m****o dele na boca. Estava ficando difícil me concentrar e m chupar e fazer as coisas que tinha aprendido com ele chupando minha b****a extremamente sensível. Voltei a chupar ele, mas cada pressão que sentia, eu gemia mais e dificultava minha coordenação chupando. Ele apertava a minha b***a com outra mão, e chupava forte meu c******s. Eu parei de chupar ele um pouco e segurei, apertando a base, tentando punhetar, mas mesmo assim não conseguia com ele me chupando. Respirei e abocanhei novamente e fiquei com o p*u dele na minha boca gemendo. Eu passava a língua, gemendo mais de olhos fechados, com as lambidas ousada dele. Abocanhei mais o seu p*u e o prendi no fundo da minha garganta comecei a sugar sem tirar ele da minha boca. Eu estava quase gozando, mas eu faria ele gozar primeiro. Minha b****a já estava latejando de tão sensível que estava. — Eu vou gozar Alícia.– aquelas palavras me fizeram sugar ainda mais forte, ele repetiu, e eu ignorei de novo. Não demorou pra ele geme e se estremecer debaixo de mim, mas eu não parei. Ele uivou baixinho, eu senti o p*u dele contrair antes de soltar toda aquela p***a na boca. Senti jatos fortes que bateram no fundo da minha garganta. Senti de imediato gosto salgado, cheiro forte, cobrindo minha língua com aquela gosma. Ele falou para eu não parar porque ainda estava gozando. Eu fiquei no vai e vem mais devagar, com a boca cheia de esperma e com os meus olhos fechados engoli tudinho. Mesmo ainda tendo uns espasmos, ele voltou a me chupar. E não demorou muito pra eu me entregar a um intenso orgasmo. Eu de cima dele e me deitei ao seu lado. Ele puxou o meu rosto e me beijou. — p***a garota, o que foi que você.– ele me beijou novamente e nosso gosto se misturou. Aos poucos eu fui pegando no sono...
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