Eu tentei pensar em mil formas de conversar com o meu filho, mas todas pareciam tão difíceis. Fui até o quarto das crianças, que estava com a porta aberta e avistei ele e Flor rindo, não notaram a minha presença em um primeiro momento. Fiquei vendo-os e esbocei um singelo sorriso. De repente os dois notaram que eu estava parado vendo-os. - Oi Nico. - Flor sorriu ao me ver. - Oi, princesa. - Entrei no quarto. - E ai campeão. - Fui até o meu filho, e depositei um beijo em seu rosto. - Flor, será que eu posso conversar um pouquinho com o Tomás? - Claro, futuro sogro. - Saiu correndo. - Quê? Como assim? Que história é essa de futuro sogro? - Ah, é que a gente combinou que vamos namorar quando a gente crescer. - Tipo, quando vocês tiverem uns 55 anos, né? - Ele riu. - Quase isso. - Parou

