Lorena Narrando A cada segundo que o socorro demorava para chegar, me deixava cada vez mais aflita, porém, por obra divina, eles não demoraram tanto. Colocaram-na numa maca e levaram para a van. Como só era permitido um acompanhante no veículo, fui junto e Kevin foi logo atrás de nós, em um táxi, pois, ele ainda não havia tido acesso ao seu carro, desde que chegamos aqui. É óbvio que tentei entrar com a Elena onde eles a levariam, no entanto, fui impedida, o que me fez desesperar ainda mais, dessa vez sem conseguir controlar as lágrimas. Sinto-me ser abraçada e pelo cheiro sei que é o Kevin. — Calma, meu anjo. — ele acaricia minha cabeça que está encostada em seu peito. — Não posso perdê-la... — minha voz sai embargada pelo choro. — E não irá, confia em mim. — beija meus cabel

