Sílvia Mendes Acordo com as pernas enroladas em uma cintura, uma mão possessiva sobre meu seio, não estou desperta mas também não estou dormindo, hoje é domingo, estou de folga, não que eu não trabalhe nos finais de semana, mas esse é o meu final de semana, sinto algo cutucar minha coxa quando escuto um gemido de quem acabou de acordar. Minhas necessidades fisiológicas ordenam que eu vá imediatamente para o banheiro, mas quando tento tirar minhas pernas de dentro das dele sou firmemente presa ao seu corpo. – Onde você pensa que vai... Sua voz preguiçosa causa um rebuliço dentro de mim. –Preciso ir ao banheiro. Alerto para que me ssolte. –Mas eu tô bem... aqui... assim... –Não vou aguentar muito tempo, seria muito r**m deixar esse colchão maravilhoso com cheiro de xixi, e substitu

