Ana As palavras do rapaz não param de ecoar em minha cabeça. "Daqui ninguém sai!" _ Sem fome, Ana? - a voz do meu pai me desperta dos meus pensamentos. _ Ãh, oi, não pai, só pensando aqui. - profiro revirando o cozido de legumes com carne. _ Você está estranha desde a hora que chegou, filha. Aconteceu alguma coisa no serviço? - Dona Nora especula e eu olho meio tensa para os dois sem saber se conto o que aquele rapaz contou. _ É....bem, não aconteceu nada demais o filho do senhor Ivantie tocou algumas canções no piano e isso mexeu comigo. - minto, não posso falar algo sem sondar o terreno antes é arriscado; não sei que tipo de pessoas são os Constantin. _ Você é uma alma sensível, Ana, por isso fica tocada com músicas clássicas. - Não posso dizer que não fiquei tocada porque fiquei

