Gustavo Dias. Pego a minha diabinha no colo e levo em direção a cama, ela me olha com um olhar de quem vai aprontar de diz. — Para Gu, na cama não tem graça, e qual o motivo dessa casa ter muros enormes se não posso fazer amor com você em lugares não convencionais. — Diabinha, não me tenta... Ela pula em minha cintura e eu sigo com ela para varanda ela tira a sua blusa e puxa-me pela camisa abrindo os seus botões com pressa. — Ai, Gu, estou sem paciência para preliminares, quero você aqui e agora. Como um animal faminto avanço nela rasgando as peças de roupa que ainda restava e penetrei de uma vez nela, olhos em seus olhos para ver se ela sentiu dor mais diaba do jeito que ela é gemeu alto e mordeu o lóbulo da minha orelha e falou. — É só isso que você tem para me Gu? Eu quero ma

