Karol?
20:00
Sexta feira.
Estava esperando dv me buscar na casa da jade , eu e dv temos uma química surreal onde eu nunca tive com ninguém. Sabemos praticamente tudo da vida um do outro e eu deixei bem claro pra ele que se ele quisesse ficar com alguém ele chegasse pra mim e falasse pois não quero ficar com uma pessoa que pega Deus e o mundo não.
Eu moro com a minha mãe e meu padrasto, quando ela descobriu que eu estava ficando com um cara envolvido ela surtou, mandou meu padrasto me bater e falou que eu era uma marmitinha de bandido, não temos uma convivência boa, não mesmo, dv já me chamou pra morar com ele mas eu também não quero não.
Então eu fico na casa da jade, ajudo nas coisas de casa e tenho até um guarda roupa no quarto dela pra mim, a mãe da jade já é bem compreensiva, ela é aquelas mulheres de classe mesmo que ela tenha saído do asfalto ela continua tendo uma postura impecável.
Sair dos meus pensamentos ouvindo o ronco da moto do dv.
Dv: sobe aí minha gata - ele disse parando a moto
Karol: pensei que tu viria de carro, tô de saia Davi, não fode.
Dv: pois espera aí, vou mandar o menor trazer o carro- ele ligou o radinho pedindo pro menor trazer o carro e o mesmo logo apareceu.
Ele abriu a porta do passageiro e eu entrei, ele deu a volta e entrou no lugar do motorista e foi subindo o morro indo pra sua casa.
Dv: queria saber se tinha como tu desenrolar um negocio pra mim.
Karol: fala o que é.
Dv: passar o dia com a Beatriz amanhã, a dona lucia vai ter que passar o dia no hospital com a sobrinha dela que está internada.
Karol: claro que posso gato, tu leva ela lá pra casa da jade.
Dv: vou te da uma boa grana Karol.
Karol: eu nunca te pedi dv, para com isso
Dv: não é isso não gata, é pra tu comprar as tuas coisas, vou arranjar uma casa da hora pra tu vai ver, não vai precisar tá indo se humilhar lá na tua mãe não.
Karol: aiai Davi
Dv: aiai nada, te chamei pra vim morar comigo tu não quis, então mora em uma casa aqui perto pó, vou providenciar isso ai pra tu.
Chegamos na casa dele e ele ligou o controle automático pro portão abrir.
Saímos do carro e entramos na casa dele, é uma casa enorme com um sofá sofá L uma TV box imensa.
Dv: tá afim de comer o quê?
Karol: pede pizza e açaí jaja
Dv: pode deixar, tudo que você quiser minha gata - ele me beijou segurando em meus cabelos enquanto eu arranhava suas costas.
É incrível a sensação que eu sinfo estando com o dv, sei os corre dele e ele sabe dos meus, não pago p*u pra macho nenhum não.
Dv: tu sabe que eu sou amarradao em tu né
Karol: eu sei- disse vermelha enquanto ele fazia uma trilha de beijos pelo meu corpo
Tirando minha blusa curtinha e a saia me deixando apenas com uma lingerie branca.
Dv: minha preta da cor do pecado.- sorri como sempre vendo ele rasgar elogios pra mim, não aceito menos que isso.
Davi sempre me elogia quando tá comigo, tem vezes que quando passamos o dia juntos ele me elogia 24 horas. Quem vê nem imagina que é um bandido fora de casa mas em casa ele é apenas o Davi, um cara com traumas passados mas com um coração imenso no presente.
Continuei beijando ele e o deixei sentado no sofá, tirei sua bermuda e sua box e tive a visão do seu p*u enorme, cair de boca chupando cada extensão da sua rola.
Dv: poha, que gostoso minha gata - ele falava enquanto me encarava com aqueles olhinhos vidrado em mim
Ele me puxou pra cima e tirou minha lingerie rasgando minha calcinha.
Karol: poha n**o, rasgou minha calcinha
Dv: eu compro todas que você quiser
Ele me beijou descendo sua boca até minha v****a, ficou dando beijinhos nela enquanto eu arfava no sofá.
Ele começou lambendo cada parte e depois começou a chupar meu c******s enquanto enfiava dois dedos dentro na minha b****a.
Karol: ahh, que delícia
Ele ficou fazendo essa brincadeira até eu gozar gostoso na boca dele.
Ele rasgou uma embalagem de camisinha e colocou no seu c****e enfiando com tudo na minha b****a.
Karol: ahhh- gemia sentindo prazer e uma dorzinha enquanto arranhava suas costas.
Dv: geme minha gostosa - ele disse enquanto chupava meus s***s direto deixando um roxo ali
Dv: toda minha - eu amava quando ele falava essas coisas com essa pocessividade, me excitava pra c*****o.
Dv: tá doendo minha preta tá?
Karol: um pouco - disse ofegante
Dv: quer que eu pare?- ele perguntou metendo lentamente dentro de mim me fazendo revirar os olhos de prazer.
Karol: não! - disse dando uma chupada no seu pescoço enquanto arranhava seu abdômen.
Logo eu fui por cima dele e comecei a rebolar e a quicar no seu p*u.
Karol: ahhhhh- gemia de prazer enquanto ele urrava baixo puxando meus cabelos.
Ele botou dois dedos acariciando minha b****a e logo introduziu eles na minha boca fazendo eu sentir meu próprio gosto.
As transas com dv era realmente de outro mundo, como ele sabe tudo que uma mulher quer.
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Agora estamos aqui comendo a pizza e o açaí enquanto ele tá deitado nas minhas pernas.
Dv: como é que tu gosta de terra Karol?
Karol: do mesmo jeito que você gosta de maconha amado.
Dv: amanhã o churras começa as três da tarde , aí tu pode levar a Beatriz pra lá viu
Karol: você leva ela amanhã pra jade?
Dv: tu dorme aqui gata, aí amanhã a gente pega ela lá na dona lucia e eu levo vocês pra casa da bailarina.
Karol: tá bom então- disse dando um selinho nele enquanto ele deu um tapa na minha coxa
Karol: aí c*****o, doeu - disse passando a mão aonde ele tinha batido
Dv: vem cá minha preta- ele me abraçou fazendo um carinho gostoso nos meus cabelos