Bruno
Chegamos ao restaurante e logo chegou um casal de amigos meus que querem comprar uma casa maior porque pretendem ter filhos o quanto antes. Por ser o CEO eu não faço esse tipo de trabalho, mas a Márcia e o Jacó são meus velhos amigos então eu fiz questão de dar essa atenção a ele.
-Jacó, a quanto tempo cara!- nos cumprimentamos com um abraço.
-Faz um bom tempo mesmo ein. Você sumiu, só voltou agora.
-Eu estava ocupado.
-Só quando o assunto é trabalho para você poder nos ver!- a Marcia falou depois de me abraçar.
-Marcia, Jacó. Essa é Jennifer a minha nova assistente pessoal.
-Muito prazer! - A Jenny os cumprimentou e fomos para a nossa mesa designada pelo garçom.
-E então gente, qual a preferência de vocês?-perguntei
-No momento um prato bem grande de strogonoff de camarão.- A Marcia respondeu olhando o menu.
-Eu me referia a casa.
-Eu sei que sim, mas você não vê seus melhores amigos a mais de 2 anos e só quer falar de trabalho. Você não muda mesmo homem!- Márcia reclamou comigo.
-É… você está certa. - respondi e a Jenny estava apenas mexendo no celular e cabeça baixa e isso me deixou curioso.
-O que acha de comer primeiro e depois falamos das casa, e se você tiver tempo podemos ver algumas casas ainda hoje.
-Ah.. é claro. Senhorita Gomes, por favor, esvazie a minha agenda. E a sua também.
-Sim senhor! -A Jenny respondeu
Jogamos papo fora por alguns minutos os nossos pratos chegaram.
A conversa foi divertida e agradável,o ambiente muito bom e a comida melhor ainda, mas a Jenny continuava meio séria, e meio distante. Mas não perguntei nada. Apenas continuamos.
-Bruno, a Marcia e eu estamos pensando em comprar um chalé. -Jacó disse voltando ao assunto que de fato viemos tratar.
-Tudo bem, isso é ótimo na verdade. Um chalé é perfeito. Mas voces disseram que queriam uma casa por que pretendem ter filhos…
-Sim! Então, nós queremos uma casa e um chalé. -Marcia respondeu comendo o seu pudim.
-Nossa, que maravilha. E vocês querem distantes, ou mais próximos um do outro?- perguntei enquanto a Jenny fazia alhumas pesquisas.
-Quero uma casa aqui no Rio de Janeiro e um chalé no interior de São Paulo.
-Entendi. Jenny…
-Aqui está senhor…-ela virou o tablet sem deixar espaço para perguntas.
-Se me permite gostaria de mostrar algumas opções.-A Jenny falou graciosamente.
-É claro, fique a vontade.- Eu respondi fazendo um gesto positivo com a cabeça.
-De acordo com o orçamento de vocês, com o gosto de vocês e considerando o espaço que vão precisar ter para as crianças eu encontrei a casa perfeita e o chalé perfeito. Essa é a casa Golden Lotus. É uma casa de 2 andares, com 4 quartos e 2 suítes. São 3 banheiros sociais, uma cozinha interna e uma cozinha externa gourmet. Área de serviço completa. Piscina ,quintal e o principal…-Jenny falava com maestria e mostrava as fotos de todos os cômodos da casa.
-O que?- Marcia já estava completamente apaixonada pela casa.
-Ela é toda equipada para crianças, mas sem perder a elegância.
-Uaaau. Compramos!-Jacó falou entusiasmado.
-Querem conhecer a casa primeiro?- Jenny perguntou.
-Claro! Vamos lá. Mas enquanto ao chalé?
-Encontrei o chalé perfeito mas fica a algumas horas daqui. Então o senhor Ramires e eu precisaremos viajar até lá primeiro para saber como ele está. Par ademais entramos em contato.-Jenny falou.
-Tem razão. Que tal fazermos assim: vou designar os nosso 2 melhores corretores para levar vocês até a Golden Lotus, e amanhã a tarde vocês vão conhecer o chalé?-Sugeri
-É claro!Essa é uma ideia perfeita! -Marcia disse e Jacó concordou.
-Tudo bem.
***
Já estava tudo encaminhado para a visita deles até a casa. Então Jenny e eu nos arrumamos para ir até São Paulo.
*Toc toc*
Bati na porta do apartamento da Jenny.
-Não precisava vir me buscar aqui senhor Ramires.- ela disse segurando as malas que obviamente peguei de suas mãos e levei até o carro.
-Não estamos na empresa. Pode me chamar de Bruno.
-Eu sei que sim, mas estamos indo a trabalho.
-Verdade…
Entramos no carro e seguimos praticamente em silêncio até o aeroporto. O nosso avião chegou bem rápido então embarcamos.
-Está tudo bem Jenny?- perguntei assim que sentamos um ao lado do outro do avião.
-Está tudo ótimo senhor Ramires, porque?
-Você está meio séria a bastante tempo.
-Apenas estou um pouco pensativa.
-Sobre nós?- perguntei
-Porque pensaria sobre nós dois? Quer dizer o que se tem para pensar?você é o meu chefe, e apenas isso.
-Tudo bem. Tem razão.-seguimos calados. Mesmo o voo sendo curto a Jenny acabou cochilando no meu ombro. O avião pousou e a Jenny ainda dormia.
-Com licença senhor poderia acordar a sua esposa? Precisamos que todos os passageiros saiam do avião.- a aeromoça pediu.
-Sim, é claro.
-Jenny… Jennifer acorda.-ela não acordava de jeito nenhum. Então acariciei o seu cabelo e ela finalmente se mexeu.
-Am? O que foi?
-Precisamos ir.
-Claro.
Entramos no carro que eu aluguei e a Jenny já parecia outra pessoa. Estava alegre, sorridente olhando ao redor de tudo com os seus olhinhos curiosos.
-Bruno.
-Sim?
-Já tran*sou num carro?- ela jogou essa.
-Ainda não, mas se você quiser eu posso encostar o carro.
-kkkk, não precisa. Mas é uma possibilidade.
***
O chalé fica no alto de uma montanha é pequeno mas perfeito. São 3 quartos e 2 banheiros apenas.
Não está completamente mobiliado, apenas alguns móveis na cozinha a sala está fazia e a apenas uma cama de casal no quarto principal os outros quartos estão vazios.
-E então Jenny o que achou do chalé?- perguntei me sentando na única cama.
-É muito bom, as madeiras estão boas, a estrutura está intacta.-respondeu em pé ao lado da cama.
-Não está cansada Jenny?
-Estou sim, mas o que vamos fazer? Só tem uma cama.
-Ue? Como assim? Não vamos fingir que dividir a cama é inapropriado.
-Tudo bem, mas só porque só estamos nós dois aqui.- ela concordou e o meu p*au festejou dentro das calças. Não paro de pensar em co*mer essa bu*ceta desde o momento do elevador.
Eu tirei a camisa e a calça me deitei apenas de samba canção. A Jenny tomou um banho e deitou de camisola. Achei que ela iria se fingir de santa, mas não. Ela decidiu não fazer jogo duro.
-E então, boa noite Jenny.-Falei me deitando de costas para ela
-Boa noite Bruno…-eita, chamou pelo nome.
-E então Bruno, a gente vai tran*sar ou não?-A Jenny perguntou sem mais nem menos.
-Não precisa perguntar 2 vezes.
Em poucos segundos estava chupando aquela bu*ceta gostosa.