Certamente pareço lamentável, mas por dentro estou tensa como uma corda. Se o medo invade os meus pulmões, não o sinto por trás da minha própria frieza tomando conta do meu corpo. Ela faz meus dedos cavarem no sofá de outra pessoa, e o meu sangue congela em minhas veias, não permitindo que eu acelere e entre em pânico. Eu sou realmente uma va*dia fria? — Não faz muito tempo. Respondo ao homem, observando-o atentamente. — Já que não tive tempo de sentir sua falta. — Tenha cuidado, Marina. Makar avisa cruelmente. — Eu pensei que você fosse mais inteligente. Acho que entendi m*al. Que tipo de porcaria você.me fez inalar? — Éter. A dose é mínima. Você não deveria ter desmaiado, apenas perdido o controle. Eu não queria machucar você antes do tempo. Isso se lê em seus olhos, e se ouve

