E eu... pareci congelar, sentindo paredes invisíveis caindo em cascata ao meu redor, minha última defesa da realidade. E agora estou aqui. — Deixe-o ir, Lukas. Estendo a mão e toco o pulso do meu marido quando ele novamente agarra o gordo pela garganta, forçando-o a se levantar. — Deixe-o sentar. Veja, as pernas do homem balançando no ar. — Ele ainda está vivo, mas não vai demorar muito, eu juro! — Não. Lukas. Não faça isso. Coloque ele no chão agora. E você. Me viro para a prosti*tuta que o dono do escritório jogou no chão. A garota está encostada na parede e parece que vai desmaiar. — Dê um pouco de água a Stanislav Vitalievich e encontre um guardanapo, está escorrendo sangue do nariz dele para a camisa. Caso contrário, assinaremos os documentos com sangue. Quando ele recobrar o juízo,

