— Sergei Alekseevich? Ele se vira impacientemente para o terceiro homem à mesa. Um homem careca, de cabelos castanhos, de cerca de quarenta anos, de óculos, com a aparência típica de um balconista. — Acho que é hora de explicar a Marina Pavlovna por que ela está aqui e o que exatamente queremos dela. A situação é tensa. O homem de cabelos castanhos também não veio aqui de mãos vazias e acenou prontamente com a cabeça, abrindo a pasta fina que estava à sua frente. Ela move cuidadosamente os papéis sobre a mesa, e noto entre eles folhas impressas e formulários com marca d'água e selos. — Precisamos das suas assinaturas. Ele responde. — Primeiro coloque uma aqui, outra aqui… Evitando olhar para mim, o homem aponta o dedo para o documento e o aproxima de mim. — Para o seu bem, Marina Pavlov

