Só pelos primeiros minutos de beijo, Naty podia afirmar com certeza que Gregos eram realmente bons amantes. A intensidade que ele colocava no movimento dos lábios, a pressão que a mão dele fazia nas costas dela, trazendo-a para mais perto do corpo dele, o calor que aquele toque proporcionava. Emmanouil diminuía a velocidade do beijo apenas para mordiscar o lábio de Naty e depois voltava a beijá-la. Era uma dança e eles estavam dominando. Ele levou uma das mãos para a nuca dela e entranhou os dedos pelos cabelos de Naty. Ela já não pensava em nada mais. Os dois diminuíram o ritmo até o beijo virar um selinho, se afastaram lentamente, olhando um no olho do outro. – Você tem um talento além do judô – elogiou ela. – Eu tenho vários talentos, na verdade. Assim como você. Emmanouil mirou n

