Capítulo Treze

1732 Palavras

Claro! Estou sem sono mesmo! - digo e vamos até a porta de acesso a varanda dos fundos. Nos sentamos nas mesmas cadeiras do dia em que fizemos as pazes e também, quando ele foi à igreja conosco. Essas lembranças me fazem esboçar um sorriso. — Lá é bonito! Pelo menos parece. - ele diz apontando para a macieira do terreno abandonado. Essa árvore é bem antiga. Lembro que desde criança eu brincava lá. — É sim! Eu sempre fico lá! Lendo. Cantando. - pensando em você. Ai i****a! Essa também é a mesma árvore do sonho! Caramba! — Você canta muito bem! - ele diz. O olho e sorrio. — Obrigado! - falo. — Vamos lá? - ele diz. Eu amo ficar lá. É um lugar especial para mim. — Vamos! - concordo e logo saímos pelo pequeno portão dando acesso a calçada do quintal. Passamos por uma pequena a******a, já

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