— Liam! - ouço meu pai gritar. Olho-o e vejo todos os sinais de desaprovação. — O Sr é parente dele? - o Tenente pergunta. — Sou o pai, um pai muito envergonhado, mas sou. - fala. Sinceramente não estou preocupado com o que você acha. Mas... Mas... Pai! É isso! — Pai! - falo e esboço um sorriso esperançoso. Sim! Esperançoso, ele é a esperança para mim e para a Lya. — O que preciso fazer? - pergunta ao policial ignorando o meu chamado. — Pai, por favor. — Multa, pois ele não tinha ficha. Pode acertar tudo ali! - disse indicando um pequeno quadrado de vidro com um círculo de dois centímetros em que se via uma mulher de cap e um broche dourado da polícia local. — Pai, me escuta. - Me ignorou completamente e seguiu em frente. A mulher não era bonita e nem tentava chamar a
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