Capítulo Quatro

1176 Palavras
que d***a Rayra! - ela tinha que desmiar agora? Peguei o corpo da humana que desmaiou. Droga! Não achei que ela estivesse tão apavorada. Mal aconteceu alguma coisa ali. Apoiei a humana na parede, peguei o celular e liguei para Hanter. - aea cara! - Hanter a humana desmaiou, vou levar ela para casa vem aqui e limpa tudo. - falo, a única coisa boa de ter um parceiro, é que deixo a pior parte com ele. - tá falou, tô indo ai. Desligo e pego a humana no colo. Rapidamente me teletransporto para casa dela, no quarto dela. Olho em volta. Era grande e cheio de livros, livros na mesinha, livros na estante, livros na cadeira, e até no chão. Era decorado com várias fotos grandes de garotos, homens e meninas. Tinha algumas fotos da cidade e roupa espalhadas por todo lugar. A televisão estava pausada ne algum video, alguns cadernos no chão e umas embalengens de lanches. As paredes do quarto eram brancas e liláis. As cortinas também, junto com a cama. Nunca vi um quarto de mulher tão bagunçado, e reconfortante ao mesmo tempo. Parecia ser bem a cara dela, não que eu a conheço, não que eu queira conhecer. Deito ela na cama, e me afasto. Já vi milhões de mulheres do mundo inteiro. Mais nenhuma delas tinha aqueles lábios, aquele sorriso que me fez paralisar. Ela era tão pequena. Seus cabelos negros estavam espalhados pela cama e no seu rosto, suas roupas estavam rasgadas e ensanguentadas. Mais eu nunca tinha visto algo tão lindo. Uma briga acontecia em mim entre, chegar mais perto ou ir embora. A primeira opção ganhou e me aproximei dela. Seu cheiro, d***a! Seu Cheiro! Era a melhor coisa que já senti. Ela tinha o cheiro de uma fruta, acho que o nome é morangos. Era delicioso e provocante, me obrigando a me aproximar mais. Me aproximei de seu rosto, me enclinando sobre ela. Ela não podia ser real, ela é linda demais, cheirosa demais, viciante demais para ser real. Sem pensar levei meus dedos a seu rosto tocando aquela pele macia que me chamava... Derepente seu corpo tremeu e acordou. Aos poucos seus olhos foi se abrindo. E encontraram com os meus, nos olhamos pelo que pareceram anos, suas irís negras como se fosse um posso sem fundo. Derepente ela grita. Tomo um susto e me afasto dela. Nunca me assusto, por nada, ai chega uma menina maluca e me assusta, certo, isso é novo. - você está louca ? - pergunto, é a única explicação. - eu ? Louca ? - diz sua voz mechendo com a minha cabeça, mais com uma pontada de raiva quando ela continuou- um monstro tentou me m***r, sim, você ouviu bem, Um MONStro!! - grita - e você o matou com uma ESPADA! Como acha que eu devo estar? Sã? E aliáis, para onde você me trouxe? Fico olhando para ela com uma grande vontade de sorrir. Que garota nervosinha. - pro seu quarto. - respondo. Ela olha ao redor e vejo a familiaridade em seu olhar. Mais dorou por pouco tempo. - como sabia aonde eu morava ? - ela pergunta hesitando. Bom, li todos os arquivos que me deram sobre você e neles tinha quase tudo sobre sua vida. Pensei. Mais apenas disse. - sei muitas coisas sobre você. Ela me encarou por alguns segudos e achei que ela ia gritar ou me perguntar algo, mais ela simplesmente levantou e correu em direção a porta. Admito que ela foi até rápida, mais muito lenta para mim. Antes dela tocar na maçaneta, agarro sua cintura e a jogo na cama, subindo em cima dela, prendendo seus braços assima da cabeça e prendendo suas pernas com as minhas. Seus olhos demonstram raiva mais não ligo para mais nada. Parece que todo inferno paralisou. Seu corpo abaixo do meu me esquenta, tocá-lá assim não é seguro. E seu cheiro, maravilhoso, viciante, me deixando embreagado. Tudo que eu queria era mais daquilo, mais daquela sensação, mais do seu cheiro. Sem pensar afundo meu rosto na curva de seu pescoço e sinto seu corpo se arrepiar, enquanto o meu ferve por dentro. Deslizo a língua pelo o seu pescoço, e fico louco, sinto vontade de moder seu pescoço, de tomar seu sangue que parece tão saboroso. Seu gosto, eu cheiro, tudo era bom. - seu cheiro é tão... - digo hipnotizado com ela. - tão...o... que ? - ela pergunta sem folêgo. Sua voz é como um banho de água fria para mim voltar a realidade. Saio de cima dela - nada - digo um pouco atordoado. Me viro em direção a porta, não posso ficar aqui, não posso ficar perto dela, não posso sentir seu cheiro, nada. - quam é você ? - ouço ela dizer, mais ignoro, ela não precisa saber agora. Ela pergunta de novo e ignoro mais uma vez. Derepente sinto uma pancada na cabeça. Sorrio ainda de costas para ela. É, ela é mesmo nervosinha, gostei. Me viro e vejo que ela jogou um livro em mim. Volto meu olhar para ela que esta em pé em cima da cama. Tento me concentrar mais meu olhar deçe pelo seu corpo, e que corpo. Seios fartos, barriga macia, e coxas e b***a deliciosas. Santo inferno!! Já vi mulheres com corpo mais definidos que aquele e já me deitei com elas, mais nenhuma nunca causou tanto desejo como o que estou sentindo agora. Juro que tentei controlar, eu não queria assusta-lá, mais não consegui evitar. Com todo aquele desejo meus olhos foram mudando do verde para o vermelho. Isso acontecia quando eu ficava com raiva ou com desejo. Fui me aprocimando dela e vendo seus olhos se arregalar quando encontro com os meus. Subi em cima da cama também a fazendo dar um passo para trás. seus olhos se estreitando. Então tive uma idéia, faze-la dormir deveria ser fácil. Agarrei sua cintura a trazendo para perto de mim, me controlando o suficiente para não beija-lá ou morde-lá. Meus instintos gritavam mas me forcei a controla-los. Senti seu corpo se arrepiar de encontro ao meu, mas me esforcei a ignorar. Eu podia usar o controle dos olhos mas não funcionava quando eles estavam vermelho. - o..que...está..fazendo? - disse ela sem folêgo, tentei ignorar isso tambem. Aproximei meu rosto do seu pescoço. Mordi minha língua com minhas presas e deixei o sangue escorrer, em seguida lambi seu pescoço e ouvi ela suspirar. De repente tudo estava muito quente para respirar. Seu corpo começou a pesar, e ela se segurou em minha capa com suas mãos, seus depôs apertando em busca de firmeza. - o que..- ela bocejou e eu sorri. - comigo? A peguei no colo, seu corpo pequeno tão leve quanto uma pena, a deitei de novo na cama. Seus olhos se fecharam e beijei sua testa, me demorando o quanto eu podia. Me afastei, andando em direção a porta. Se eu quase perdi o controle no primeiro dia, nem imagino o que vai acontecer ficando aqui por oito meses.
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