SEBASTIAN — Uma semana, uma maldita semana e ela nem se moveu. — Seguro a mão fria e amolecida dela. — O que nós vamos fazer? — Âmbar se aproxima da cama olhando a amiga, ou melhor, a irmã, praticamente morta em nossa frente. Essa foi a pior semana da minha vida, cheia de angústia, dor e lembranças antigas que ainda doem. Phoebe ainda está em coma e não demonstra nenhuma reação, nada, nenhuma esperança. Meu coração bate lento, como o dela. Eu dormi aqui todas as noites, não vou ao meu consultório faz um longo tempo. Desde a noite do bar não compareci, agora tudo está pior então passei meus pacientes e os quadros clínicos para um colega da minha confiança. Não tenho cabeça para retornar as consultas nem sei se afim dia terei e não podia abandonar meus pacientes. Aperto a mão dela

