Valmont estava sentado em sua prisão dentro do quartel-general. A prisão ficava mais ao sul da propriedade, um local reservado e bem guardado. Os quatro primos de Valerie estavam ali, presos, e o pai dela, Josef, estava ao lado. Valmont observava tudo. A raiva pela menina tinha passado, a raiva ter sido acusado de estupr.o, mas a raiva pelos primos não. — Soltem ele — ordenou Valmont, apontando para Josef, o pai de Valerie. Os guardas rapidamente obedeceram, liberando Josef de suas amarras. Ele se aproximou de Valmont com um olhar de misto de raiva e confusão. — O que faço com Valerie? — perguntou Josef, a voz carregada de desespero. — A filha é sua, soldado. Faça com ela o que achar melhor — respondeu Valmont, sua voz firme e implacável. Não me importo. Se importava com a sua menin

