Acordo com clarão dentro do quarto. Eu tenho que lembrar de fechar as cortinas sempre que deitar. Mas seria impossível lembrar disso, pois Ana e eu viemos para cá aos beijos e amassos, então não pensamos em nada. Por falar nela, olho para o lado e não há vejo. A hora que iria me levantar, vejo ela saindo do banheiro.
-Bom dia amor! Digo sorrindo para ela.
-Bom dia! Ela diz se sentando na cama. Como dormiu?
-Ótimo. Com você ao meu lado eu sempre durmo bem.
-Eu também. Vou ver Phoebe.
-Ela já acordou? Pergunto. Queria que não. Pois queria ter mais tempo com ela.
-Ainda não sei. Não ouvir a babá eletrônica. Ela dizia já saindo do quarto.
Fico mais um pouco deitado pensando em como eu estou feliz. Foram tantas coisas que aconteceram na minha vida, que hoje eu me sinto ótimo. Sou tirado dos meus pensamentos, com Ana entrando em nosso quarto. Ela não está com a cara muito boa. Não gosto de vê-la perdendo o humor, assim eu não consigo nada dela, nem uma conversa.
-O que foi? Indago querendo saber o porquê ela voltou triste. Nossa filha está bem?
-Sim. Está. Você vai realmente mandar a enfermeira embora, não vai? Ela me pergunta. Eu não confio nela, não gosto dela.
-Vou sim, mas você quer mandar ela embora porque não confia nela, ou porque Phoebe não precisa mais de cuidados especiais? Questiono querendo entender se teremos outra pessoa aqui cuidado da nossa filha.
-Christian, eu quero cuidar de Phoebe. Mas também quero cuidar do nosso casamento. Seria sim legal ter uma pessoa aqui para que nós pudéssemos ficar na cama até tarde. Para quando eu precisasse sair para resolver algo. Porém essa enfermeira não. Eu não quero ela aqui. Ela diz firme. Gostei de saber que ela pensa em nós, em nossa vida de casados.
-Para mim tudo bem, podemos trocar de pessoa. Isso não é um problema para mim. Será feito o que você quiser.
Comecei a acariciar suas costas, seus cabelos. E ela como uma gatinha manhosa se espreguiçava lentamente. Ficamos abraçados na cama durante um tempo sem falar nada só trocando carícias. O cheiro dela estava me enfeitiçando. Aquele cheiro de baunilha, como eu amava aquele cheiro. Tentei resistir parando com os carinhos. E ela me olhou e timidamente perguntou porque eu tinha parado. Falei que se eu continuasse eu ia perder o controle e a gente iria acabar na cama. Talvez ela quisesse ficar com Phoebe.
Ela veio docemente e me beijou. Primeiro um selinho depois um mais demorado. Quando fui dar por mim novamente eu já estava passando a mão pela barriga, pelas costas tudo por debaixo da camisola dela. Tirei a camisola dela e ela começou a ofegar, parecia uma gatinha ronronando. Coloquei ela deitada na cama e fui beijando-a de cima a baixo dando pequenas lambidas em seu pescoço, s***s, e barriga. Ela começou a me arranhar as costas gemendo baixinho e se contorcendo.Quando vi a calcinha toda ensopada, eu desisti de tentar resistir. E cai de boca na i********e dela, por cima da calcinha azul claro eu lambia não queria perder nada que viesse da i********e.
Ai que gostoso. Foi tudo que ela disse antes de gozar intensamente na minha língua. Coloquei o meu m****o pra fora e ela falou que era para eu colocar logo dentro dela.
Sabe senti uma corrente elétrica passando pelo meu corpo. Uma coisa fora de série, muito gostosa. Eu a queria muito, se pudesse estava fundido com ela o dia todo.
Ela me beijou gostoso. E com a outra mão tocava uma punheta meio desengonçada mas gostosa. Ainda deitada, comecei outra sessão de beijos pelo corpo, cheguei em sua barriguinha e tirei aquela calcinha ensopada. E comecei a chupar novamente com ela gemendo baixinho e segurando os lençóis. Levantei suas pernas e comecei a passar a língua no cuzinho dela e voltava pra b****a repetindo isso até ela gozar pela segunda vez.
Com o corpo mole ela nem percebeu quando eu coloquei a camisinha e comecei a entrar em sua i********e, entrou com facilidade, pois ela estava muito molhada do seu g**o. Deixei ela acostumar e comecei um vai e vem. Agora não eramos mais dois indivíduos, eramos apenas um corpo com duas almas entrelaçadas. Entre gritos e gemidos ela gozou novamente. Mudei ela de posição e disse: -Agora é a sua vez. Senta aqui.
Sem esperar nem terminar a frase, ela veio por cima e sentou devagar no meu m****o até ela ficar enterrada dentro dela. Com a força das pernas eu forçava a entrada .Comecei a bombar forte até que não resisti e enchi a camisinha com meu g**o.
Ela se deita em meu peito. Esperando a respiração voltar ao normal. Nós dois estamos saciados, pelo menos estou por hora. Pois como disse se pudesse ficaríamos aqui o dia todo.
Depois do banho, onde fizemos amor mais um vez, estávamos trocando de roupa. Queria que ela tomasse o controle de tudo aqui em casa. E por falar em casa, ainda tinha que falar com ela que nossa casa estava pronta. Era só mudar. Só tínhamos que decorar um quarto para Phoebe, pois o que eu havia pedido para decorar não servir para ela. Mas isso não tem problema, é só mandarmos decorar e tudo resolvido.
-Ana. A chamo.
-Oi.
-Você tem que voltar ao controle das coisas aqui em casa. Nenhum empregado pode te desrespeitar.
-Você está falando por causa da Blanca?
-Não só por causa dela, como qualquer outra coisa aqui dentro. Quem manda é você. A casa é sua. Não quero que você fique com medo do que eu vou pensar, ou vou fazer. A decisão é sua. A casa é sua, e você mandar e desmanda da mesma forma que eu. Não existe que somente eu posso demitir aqui. Digo e ela me olha interrogativa.
-O que você quer que eu faça? Ela me questiona.
-O que você quer fazer com a Blanca? Pergunto cruzando os braços.
-Mandar ela embora. Ela diz.
-Então faça. Você nunca precisou de mim para isso. Passamos dois anos casados, sem você precisar de mim para tomar qualquer decisão aqui em casa. E eu quero que continue assim. Eu não passo o dia todo em casa para saber se os empregados estão fazendo direito o serviço deles. Você está aqui, e mesmo antes que você não estava, estava trabalhando, você dava conta disso aqui como ninguém. Então tome de volta a força e energia que você tinha antes aqui. Você não é uma estranha. Não me casei com você hoje, ou ontem, todos aqui sabem quem é a Sra Grey. Ela me olha e suspira.
-Christian mas ela me disse que eu não a contratei. Que cabe a você mandá-la embora.
-E daí, você se casou comigo e eu já tinha essa porrada de seguranças, Gail, Os funcionários da empresa. E isso não significa nada para mim, pois se algum deles não tiverem fazendo sua função, ou agir com desrespeito, eles têm que está fora. Não me interessa nada. Suspiro. Ana eu não quero somente a minha esposa amante, a mãe de Phoebe, eu quero a mulher que eu tinha e conheci. Que não abaixava a cabeça para nada e nem ninguém.
-Vou tentar fazer o meu melhor. Ela diz.
-Então comece expulsando a Blanca da nossa casa. Diga a ela para passar no RH da empresa para acertar as contas dela. Ela me olha e suspira.
-Você vai comigo? Ela me pergunta.
-Não. Você vai sozinha e vai fazer o seu melhor. Quero ver a Ana desafiadora de volta. Digo e ela sorrir. Ela ia saindo e eu a chamo. Ela volta e me olha. Traga Phoebe para cá. Não quero ela presenciando uma discussão. Digo e ela apenas assenti.
Ela sai. Eu sei que eu precisava dá coragem a ela. Ela precisa ser a Ana de antes. Eu nunca precisei resolver nada para ela. Eu até me sentia incomodado, pois ela não contava comigo para quase nada. E eu não quero que ela mude isso, pelo contrário, eu quero ela ainda assim, a mesma Ana de antes.
Ela traz Phoebe. E a mesma vem sorrindo para mim. A pego no colo e Ana sai.
-Papa. Ebe nhonho. Phoebe fala, mas eu não entendo.
-Meu amor. Papai não entendeu você, mas vamos ligar a TV no seu canal preferido. Papai vai ver desenho com você.
-Papai, Ebe nhonho. Ela fala de novo.
-Ok. Papai vai colocar desenho.
Coloco desenho e fico vendo com ela. De repente escuto gritos da enfermeira me chamando. Fecho a porta, para que Phoebe não escute nada disso. Ficamos ali dentro, até Ana aparecer depois de cinco minutos. Ela me olha e sorrir.
-Pelo seu sorriso, vejo que deu tudo certo. Digo me sentando na cama.
-Sim. Deu tudo certo. Obrigada por me fazer acordar. Ela diz, e eu me levanto e a beijo.
-De nada. Espero ter te dado força para você ser a minha Ana. Digo.
-Sim. Ela me dá um selinho.
-Bom, agora que está tudo resolvido, eu vou trabalhar. Tenho muitas coisas para resolver hoje na empresa. Falo arrumando a minha gravata.
-Escuta, quando podemos fazer o aniversário de Phoebe? Quero começar a organizar.
-Faça tudo que você quiser amor. Escolha salão, organizadores monitores, tudo que você quiser. Digo.
-Mas você não quer me ajudar em nada? Não quer ver nada? Ela pede cruzando os braços.
-Sim amor. A noite a gente conversa mais sobre isso. E podemos discutir as nossas ideias. O que você acha?
-Tudo bem. Ela diz.
-Agora deixa eu ir. Meu dia está cheio. Digo dando um beijo nela e outro em Phoebe.
Na empresa minha vida está uma loucura. Eu deixei isso aqui muito tempo. A agora eu tenho que colocar tudo em ordem. Reuniões atrás de reuniões. Contratos atrás de contratos. Não tenho tempo para nada. Andréia me avisa que a Srta Blanca quer falar comigo. Peço a ela para dizer a Srta em questão que não tenho nada para dizer a ela, e que a Sra Grey já deixou tudo esclarecido com ela. E caso a mesma queira algo relacionado ao seu salário, a mesma pode se encaminhar para o RH da empresa. Dito isso acho que ela se convenceu e foi embora.
Mais tarde recebi ligação da minha mãe. Ela queria conversar. Eu não sabia do que se trata, mas ela me disse que passaria aqui mais tarde. Não me importei. Espero que não seja nada grave. Fico ali trabalhando, até a hora do almoço. Minha mãe venho almoçar comigo. Vamos ver o que Dona Grace quer. Chegamos no restaurante. E nos sentamos. O garçom aparece com o cardápio. Eu e mamãe fazemos o pedido. O garçom nos deixa a sós.
-Bem mamãe, o que a Sra queria conversar comigo? Questiono, pois eu não tenho muito tempo aqui. Só posso almoçar e voltar rápido.
-Queria saber como vai você e Ana? Ela questiona, mas eu não entendo o motivo dessa pergunta.
-Estamos bem mãe, mas porque?
-Queria pedir a você calma e paciência com ela. Assim como eu pedi a ela, em relação a você. E também não quero que você estrague seu casamento de novo.
-Eu nem penso nisso mãe. Estamos muito bem. E eu não vou fazer nada que prejudique minha relação com ela, então não se preocupe. Digo.
-Que bom, fico feliz em ouvir isso. Mas eu penso em uma situação, onde Ana pode ficar grávida de novo por falha do medicamento, ou por descuido de vocês e você não gostar mais uma vez. Ela diz me olhando.
-Isso não vai acontecer mãe. Eu e Ana sentamos e conversamos sobre mais filhos, e chegamos a conclusão que não queremos mais. Portanto não se preocupe.
-E se acontecer Christian? Qual será sua reação? Mamãe me encara. Nem eu sei qual seria minha reação se isso acontecesse. E eu não quero pensar nisso.
-Mãe porque isso agora? Questiono não entendendo aonde ela quer chegar.
-Christian eu quero que você fique ciente que, se algo acontecer da forma que aconteceu. Eu não deixarei aquela garota e meus netos desamparados. Sei que você sofreu e ela também, mas não vou deixar ela sofrer mais uma vez sozinha. Você me entende? Ela me pergunta.
-Nada vai acontecer mamãe. Não se preocupe. Eu não pretendo perder minha mulher e minha filha. Estamos ótimos. Somos uma família, e nada vai acontecer para mudar isso.
-Estou confiando em você. Espero que você saiba dar valor a essa oportunidade que ambos estão tendo. Ela diz pegando a minha mão.
-Pode deixar. Tudo vai dar certo. Falo.
Depois do almoço voltei para empresa. Muita correria. Eu tinha ainda várias reuniões está tarde para participar. Eu nem tive tempo de ligar para Ana.
Cheguei em casa tarde. Era uma nove horas da noite. Eu estava cansado e esgotado. Ana estava sozinha na sala vendo TV. Chego até ela e lhe dou um beijo na boca.
-Tudo bem? Questiono.
-Sim. Você hoje demorou. Ela diz me olhando.
-Desculpe, mas eu tinha muita coisa no escritório. Digo afrouxando a minha gravata
-Você quer comer? Gail deixou comida para você.
-Sim, mas eu vou tomar um banho primeiro. E cadê Phoebe? Pergunto.
-Está dormindo. Ela brincou muito hoje. Ela diz.
Dou um beijo nela e sigo para o banho. Eu sei que ela está chateada por eu não ter ligado para ela, por avisar que eu não iria chegar para o jantar, mas hoje o escritório estava muito tumultuado. Vou me desculpar com ela depois.
Antes de ir para a sala, passo no quarto de Phoebe. Ela está dormindo feito um anjinho. Chego na sala de jantar. E a mesa está colocada só para mim. Ela está esquentando meu jantar. Pego uma taça de vinho. E me sento, ela coloca o meu prato e já iria sair, me deixando sozinho. Mas eu a chamei e pedir a ela que se sentasse. Ela me diz que vai ao banheiro. Suspiro pesado. Sei que ela está fugindo de conversar comigo. Como sozinho.
Vou para o quarto e a mesma está sentada vendo uma revista.
-Me perdoa por não ter te ligado.
-Não tem problema.
-Tem sim. Eu sei que você está chateada por eu não ter ligado.
-Não se preocupe. Eu entendo. Você ficou afastado muito tempo da empresa e nada mais justo do que você organizar tudo por lá. Ela fala nem me olhando.
-Não vamos brigar. Não quero você chateada comigo. Prometo que não vai mais acontecer. Digo e ela não diz nada.
Ficamos em um silêncio não sei quanto tempo, até a babá eletrônica avisar que Phoebe havia acordado. Ana se levantou e foi pegá-la. Phoebe mamãe e viu um pouco de desenho, mas não demorou muito para dormir. Depois que Ana a colocou em seu quarto. Ela voltou e se deitou. Eu não iria deixar a nossa noite terminar r**m. Eu tinha que fazê-la me perdoar. Amanhã estaríamos viajando e não gostaria de passar o final de semana assim brigados.