Uma criada limpou os cacos do vaso no quarto. Quando Agatha a levou até ele no aposento, Lisa havia tomado banho e trocado de vestimenta para uma de fácil acesso aos toques do rei.
Dantalian estudou Agatha agradecido a menina por ter preparado Lisa para ele, sem ele nem mandar.
Lisa foi vestida por Agatha com uma camisola simples de seda azul, mas que tinha um decote V enorme.
Agatha os deixou a sós. Não sem antes dizer :
— Boa noite, majestades.
— Boa noite. — O rei respondeu educado à moça.
Lisa estremeceu pela audácia da amiga em basicamente a chamar de rainha. Mas o rei pareceu não se importar, se perguntou se ele tinha percebido o plural da palavra.
Lisa foi até ele em passos rápidos. Só conseguia pensar nele, no quarto de tortura dele, nas punições que receberia e por isso foi acalmar o corpo lutando.
Antes que o rei pudesse dizer algo, ela ficou na ponta dos pés e o beijou, logo pulando no colo dele sedenta e desesperada por mais daquilo que sentia com ele, uma fome sem fim.
O puxou pelo cabelo, pressionando os lábios desajeitados nos dele, mas querendo a pressão gostosa dos beijos e mordidas que ele a cedia.
Dantalian parou o beijo, surpreso, pelo desejo dela. Notou incrédulo que os olhos dela estavam trôpegos de prazer e nublados. Ia gritar com ela e puni-la por dançar com o servo, mas sua raiva simplesmente desapareceu. Por que ela…
— Terminou de responder às suas malditas cartas, majestade?
— Sim, linda.— Respondeu ele rendido a ela sem ar. — O que estava fazendo enquanto eu estava lendo e respondendo as cartas, minha bela serva? — Sondou Dantalian a testando e a puxou pelo cabelo.
Lisa deu de ombros, com o couro cabeludo doendo gostosamente pelo puxão. .
— Estava entediada. Acabei treinando com espadas e dançando um pouco com um amigo para compensar o tédio de ter me apresentado o seu quarto de jogos, mas não ter brincado comigo lá porque tinha que responder as cartas idiotas. — Respondeu maldosa.
Dantalian a abraçou mais forte.
— Não gosta de ser deixada de lado…
— Não. — Respondeu impetuosa. — Não pode deixar sua mulher de lado para resolver assuntos do reino…
— Hm… entendo. Vou compensar isso. — Respondeu-a.
Dantalian, aumentou o puxão de cabelo de repente, puxando com força medida para não arrancar os fios e a jogou na cama dele cruelmente.
Lisa o assistiu, ansiosa, quando ele desfez-se dos trajes que usava, ficando nu perante ela com o corpo lindo e branco com algumas cicatrizes. Lisa admirou o corpo musculoso e esguio ao mesmo tempo o comparando com o bonito do da estátua do deus Atlas que deu o nome ao reino do vidro.
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Ele era tão alto, bonito, forte e a coisa monstruosa no meio das pernas dele… era como uma cobra bonita, queria tocar. Mas não havia pelos no corpo dele como no de Desmond. Mas ela gostou disso.
Ele se deitou quase por cima dela, sustentando o corpo acima do dela com as palmas das mãos, para seu peso não a ferir. Levou a mão na garganta dela, apertou os dedos ali e assistiu a menina tremer inteira e os m*****s dela surgirem pela vestimenta fina.
—- Quero te f***r agora, esposa. Quero entrar em você, te fazer gritar e gozar bem gostoso e melar nossa cama. — Admitiu, sem rodeios.
Lisa ficou comovida. Será que ele se deu conta de que a chamou de esposa? As outras palavras lascivas a excitaram, mas ele a chamou de esposa.
Ele acabou duro com as próprias palavras e se masturbando na frente dela, que o espiou, um tanto tímida e corada, mas sentindo a i********e pulsar e querendo tocar também lá nele.
O rei queria colocá-la para chupá-lo… Mas tinha tempo e queria ser um pouco mais gentil.
Acabou subindo a camisola dela, enfiando a mão dentro e a masturbando rápido e sem piedade, enfiando dois dedos de uma vez no cerne virgem e depois mais um. Movendo três dedos no lugar apertado que aos poucos foi ficando lubrificado e se alargando para ele.
— Hm… hm… ahn… — Soltou ela perdida e até se babou pelo prazer e a dor de ser rasgada.
— Aposto que o cozinheiro não te faz gritar assim…
— Meu rei… Não faz. Hm… meu rei… é bom. continua. — Respondeu ela suave, sem ar e trêmula.
Lisa o mordeu no ombro até arrancar sangue em troca. A boca dele encontrou a dela, a língua de ambos se juntou em luxúria e saliva.
— Eu não gosto que me marquem, minha coisinha linda e selvagem. Mas deixo se você gosta. Pode me morder e arranhar o quanto quiser. Me quer como seu?
Ela assentiu sem pensar..
— Fofa. — Ele deixou escapar. — Eu deixo então. Me marque como quiser.
Ofegaram juntos e se morderam nos ombros fincando os dentes na pele um do outro até arrancar sangue.
— Minha bela esposa ciumenta e que gosta de marcar, eu quero colocar minha semente fundo em você…
Lisa perdeu a sanidade, tocou o rosto dele, enquanto ele a acariciava com os dedos, metendo-os violentamente e avaliando os olhos selvagens dela mais e mais entregues.
— Marido… por favor…Marido
Ele rasgou a camisola dela com a palavra “ marido” ecoando em gritos para quem quisesse ouvir . Lisa viu que as unhas humanas dele viraram garras pretas, depois notou que surgiu veias azuis por todo o corpo dele e olhos dourados dele ficaram vermelhos como rubi, mas se manteve calma, mesmo que fosse um pouco aterrorizante a transformação dele em algo que ela desconhecia. Estava mais excitada que sã.
Ela ficou nua da cintura para cima perante ele e com a saia do vestido erguida, expondo a i********e pequena e sem pelos, por terem sido arrancados por Agatha com cera.
O rei viu as cicatrizes que ela infligiu em si na cintura onde ninguém veria. E as acariciou.
Lisa estudou o olhar dele em suas cicatrizes.
— Por que parou com seus dedos? Não me quer mais por que não sou macia e bonita como sua concum…
— A partir de hoje, eu sou o único que te causa dor. Quando quiser se machucar, me procure e prometo que cuido desse desejo para você de um modo bem mais produtivo e divertido.
Ele a calou com um beijo, capturando o m****o de cabeça rosa e grossa, e uma extensão assustadora, o acariciando num vaivém e depois o pincelando na entrada dela.
— Não cabe. — Disse ela se referindo ao p*u dele, de olhos arregalados.
— Me ceda o controle sobre a sua dor e eu te prometo que te deixarei muito satisfeita.
Lisa tremeu.
— sim, meu rei.
Ele a penetrou sem aviso, entrando todo com seu m****o pulsante. Estava ansioso, por isso foi sem misericórdia, mesmo que seu m****o encontrasse a resistência do canal apertado dela o forçando para fora. Lutou se enfiando nela.Lisa rasgou as costas dele.
Escutou os gemidos dela, mesmo que fosse violento só enfiando e estourasse seu hímen e saísse sangue. Se moveu dentro dela aliviado que ela gostasse. Perfeita. Ela era perfeita. Tão resistente, apertada e maravilhosa.
Os olhos bêbados de prazer pela dor da penetração feita sem parar, encontraram os dele, implorando por mais dor.
Ela existe mesmo? Eu quero casar com ela.
Lisa moveu os quadris para ele, com dificuldade, para sentir mais dele rasgando sua i********e e seu hímen, incapaz de querer outra coisa além da dor e o prazer dele dentro dela.
— Vamos mudar a posição mais um pouco, te quero de quatro para mim… — A avisou.
Lisa estava perdida nele e apenas se moveu conforme ele queria.
A colocou de quatro sobre a cama, deixando-a exposta, com as pernas abertas e a i********e rosada piscando por mais, estapeou as nádegas dela,impiedosamente enquanto tirava e colocava o m****o sujo de sangue na i********e avermelhada e inchada.
Depois a puxou pelo cabelo, enfiando seu m****o cheio do sangue virgem até o fim, voltando para fora e a empalado de novo enquanto a dava violentas palmadas nas nádegas que as deixaria roxas.
Lisa gritou alto, mas eram gemidos lúdicos de prazer puro ecoando pelo palácio
O rei rosnou saciando-se realmente pela primeira vez em muito tempo enquanto a transmitia também seu fetiche.
A assistiu com o corpo todo vermelho na frente dele, gemendo manhosa com a cabeça afundando contra o travesseiro. Quis ver o rosto dela, mas a posição estava boa demais. Depois seria romântico com ela.
Lisa pensou para si mesma que se ele ao menos soubesse que fodia a princesa bastarda de Atlas no quarto que foi do antigo rei e pai dela, que a proibia se sequer de vagar pela ala principal, seria divertido agora aquela transa doentia e perversa como era para ela.