Megan seguia nos braços de Antony, ele lhe acariciava a cintura, ela suspirava, discretamente, mas a vontade mesmo, era gemer a cada mínimo toque e foi o que ocorreu, um doce e leve gemido escapou dos lábios dela, de imediato ele parou com aquele carinho e a segurou de forma firme. — é só um carinho diabinha. — eu sei, mas não controlo o que sinto perto de você. — quer que eu continue te tocando assim? — não deveria, mas quero. — agora é você que está com moralismo? — não, penso que não deveria por que você sempre me deixa na mão, e eu fico pra resolver meu t***o sozinha. — então quer dizer que anda se tocando pensando em mim? — sim, e já tem um tempo, a primeira vez foi no dia seguinte do meu aniversário. — ela confessou o deixando chocado, mas também e******o. — e como você fez?

