Pela manhã, Tiffany não se juntou a seu pai e sua mãe para o café da manhã, seguia enjoada e tinha medo de que o enjoo se intensifica-se caso comesse algo, então ficou no quarto e assim que viu que o café da manhã havia acabado, ela buscou por seu pai que estava prestes a sair para o trabalho, pelo menos era o que Tiffany pensava. — pai, posso pedir algo? — ela perguntou receosa. — o que? — ele questionou de cara feia, estava irritado com a relutância de Tiffany em não aceitar o filho de seu sócio como pretendente. — posso ir a farmácia? — fazer o que? — comprar umas coisa que estou precisando? — disse ela temerosa de que ele não aceitasse aquela desculpa. — peça que a empregada compre, ou o motorista. — não pai, são coisas de mulher. — sim, peça a empregada. — pai...não, eu quer

