A caminho de casa, dentro daquele táxi, Antony segurava a mão dela e lhe acariciava carinhosamente, apesar de se manter com ideia de que manter uma distância era o melhor, ela sentia que aquele momento de carinho era necessário após aquele susto. — você ainda parece nervoso. — estou, foi um susto e tanto. — não fica assim, sei que você está velho e seu coração não aguenta tanto, mas já passou. — ela brincou o fazendo rir, quebrando um pouco daquela tensão. — não estou tão m*l assim, diabinha. — tem razão. — ele colocou o braço sobre os ombros dela, ela direcionou corpo para o peito dele, logo em seguida sentiu os braços dele como em um abraço o que a fez suspirar. — tenho sentido tanta falta de te ter perto assim. — ele sussurrou. — eu também, mas do jeito que está é melhor. — ele f

