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MURILO NARRANDO Deitei para dormir. Eu estava exausto, e finalmente com sono. Quando apaguei, tive sonhos bizarros envolvendo cobras ao meu redor me enforcando, segurando meus pés, braços e tentando de todo jeito me arrastar para o fundo do poço. Eu não sou de acreditar em avisos divinos, mas esse foi claro demais. Acordei na manhã seguinte focado em cumprir o que eu precisava cumprir: Primeiro, ver se Gi limpou a própria barra na internet... Segundo, encontrar o possível X9 e terceiro, traçar um plano para enfiar uma arma no r**o do Dante e do Joel. Esses dois cretinos parecem estar me rondando. Sabem que Gi está viva, e já sabem que estou vivo também. Peguei meu telefone e liguei para Gi, pois ela era minha prioridade. — Alô? — Ela disse, sonolenta. — Oi, linda. Acordei você? — Perg

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