O porão estava escuro e úmido, o som da respiração de Dario ecoava no espaço apertado. Ele nos observava com um meio sorriso, como se soubesse que, por mais que estivesse amarrado ali, não estava derrotado. Amanda se encostou na parede, cruzando os braços. — Então, Dario — ela começou, inclinando a cabeça —, por que você não começa a nos contar mais sobre a nossa querida Leila? Ele riu pelo nariz, balançando a cabeça lentamente. — Você acha que pode me torturar para conseguir informações? — provocou. — Eu já passei por coisas muito piores. Me aproximei, segurando seu rosto com força, apertando suas bochechas. — Você vai falar porque sabe que, se não falar, a gente não vai te matar rápido — murmurei. — E, no final, você vai morrer de qualquer jeito. Então, escolha como quer passar seu

