Sai do apartamento cedo, não havia homens na porta entreguei as chaves ao porteiro segui meu caminho a pé, caminhei até a metade do percurso. O carro do homem que disse que é meu pai parou ao me ver, ele estava ao telefone, sério. O carro freou na pista, abaixou o vidro me olhando. — Bom dia garota. — A voz veio séria, firme, sorri fraco, com certeza ele já sabia o que havia acontecido. — Bom dia senhor. —Ergueu os lábios ao me ouvir. — Entre precisamos ir ao hospital, estranhei quando o homem de terno abriu a porta do mesmo carro que ele, sentei a seu lado, me sentindo um bicho, ou uma estrangeira, somos do mesmo país mas pessoas muito diferentes. — O resultado deu positivo, você irá me doar seu sangue. — Abri um sorriso ao ver que poderia ajuda-lo, ele também sorriu, pegou em minha mã

