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406 Palavras
 Logo depois de jantar. Eu fiquei sabendo que fiquei dois dias inteiros dormindo e acordei bem tarde, quase três dias. Logo depois eu pude deitar, mas estou eu aqui duas horas depois sem conseguir dormir com medo de que tudo seja um sonho... É também ainda não me acostumei com esta cama que é muito macia para quem nunca dormiu em uma cama mas sim apenas no chão. Saiu de meus devaneios quando a porta foi aberta. Quatro Homens entram, eles vieram até mim e eu tentei fugir, gritar, mas eles foram mais fortes. Um deles me colocou em seu ombro e saiu andando. Eu me debatia e gritava até um deles bater minha cabeça com algo. E tudo começa a ficar r**m e escuro. A última coisa que eu digo antes de perder completa a consciência —Mike... ***Mike***        Acordei no meio da noite sentindo que algo estava errado. logo veio à minha mente Lívia. Pulo da cama e me dirijo ao seu quarto. Vejo logo que o guarda que eu havia colocado para a proteger estava jogado morto do outro lado do corredor. Corro para o quarto dela e não a encontro lá e me desespero. Tento rastrear o cheiro, mas só sinto cheiro de mato e areia nada mais. Grito querendo todos os guardas lá. —QUERO QUE QUE A ENCONTREM! QUERO GUARDAS EM TODOS OS LOCAIS E QUERO A CABEÇA DE QUEM A SEQUESTROU!.   ...     Acordo em um lugar escuro e frio estava jogada no chão de um sela, de novo não... Lágrimas caem sem parar de meus olhos. A cela e aberta e uma mulher de cabelos negros e olhos verdes entra eu conheço aqueles olhos, são os olhos da pessoa, que mais me fez sofrer Helena. —Hora, Hora Pensei que nunca mais a veria, Lívia desculpe foi um engano terem te levado para ser uma oferenda, você! meu brinquedo favorito. Ela diz com um sorriso nos lábios e começa a andar até mim. Arrasto-me para o outro lado da sala e ela se irrita ao ver que eu queria ir para longe dela. É vem em minha direção e eu me paraliso com medo e começo a tremer ele enrola sua mão esquerda em meu cabelo e sai me puxando porta a fora para onde ela me tortura, ou melhor, como ela chama nosso 'continho de amigas'. Ou como eu chamo, meu pior pesadelo, minha sala particular de torturas.
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