— Sabe que essa é minha casa, não é senhorita? - Ele perguntou em ironia. Kate empinou mais um pouco o nariz e o olhou com pouco caso. — Sabe que de nada me importa, não é vossa graça? — Peste impertinente. - Ele disse entredentes, mas não baixo o suficiente para que ela não o ouvisse. — O senhor é desagradável. Vá receber seus convidados, vossa graça. - Ela revirou os olhos e sem cerimônia pegou o copo de bourbon de sua mão, deu um longo gole, o ergueu ao alto e deu de ombros deixando-o boquiaberto e contrariado. A pouco havia decidido que ficaria ali, mas decidiu deixá-lo falando sozinho, seria mais interessante no fim das contas e sem duvidas o deixaria bem mais irritado. — Ainda é uma criança, seu pai saberá disso. - Disse mais para si mesmo, mas chamou a atenção de alguns convi

