ERIK Minhas mãos apertavam o volante do carro com força enquanto suavam sem parar. Os dois homens segurando seus fuzis apontados para mim me reconheceram e permitiram minha passagem no momento em que uma gota escorreu por minha testa. Mesmo crescendo na família que cresci, armas ainda me assustam. Parei o carro debaixo de uma árvore sem folhas, então desci do veículo e antes que eu chegasse até a varanda de entrada, que por sinal estava coberta de poeira, Estevam e Sebastian já haviam aberto a porta e me esperavam com um sorriso no rosto. _ Como é bom receber visitas! -disse Estevam, abrindo os braços para me dar um abraço assim que me aproximei- ficar aqui olhando para a cara emburrada de Sebastian todos os dias é deprimente. Dei uma risada sem jeito e cumprimentei Ferri, com um aper

