CAPÍTULO 118 BIBI NARRANDO O mundo tinha se reduzido àquele quarto, àquela cama, ao fogo que o Gabriel acendia em cada centímetro do meu corpo. Enquanto sua boca e suas mãos dedicavam uma atenção devoradora aos meus s***s, eu me perdia em um mar de sensações, meus gemidos preenchendo o espaço entre nós, minhas mãos se enterrando em seus cabelos escuros, segurando-o com uma mistura de desespero e rendição. Ele não tinha pressa. Era como se estivesse remapeando um território amado, redescobrindo cada curva, cada reação que só ele sabia provocar. E quando pensei que não poderia suportar mais tanto prazer concentrado, ele começou a descer. Seus lábios deixaram meus s***s com um último beijo molhado e traçaram um caminho lento e ardente pela minha barriga. Cada beijo, cada toque de sua líng

