Vitória Ele está em cima de mim novamente, duro e impossivelmente pesado enquanto me segura. Eu luto contra ele, gritando, mas ninguém pode ouvir meus gritos. Seu hálito cheira a cigarro e cerveja quando ele coloca seus lábios nojentos no meu corpo. As lágrimas estão caindo pelo meu rosto, e ele me diz para calar a pó*rra da minha boca. Eu soluço e grito e me contorço embaixo dele, desejando desesperadamente escapar. -Vitória! Meu corpo está tremendo, e eu sei que ele vai ficar com raiva de mim, mas não consigo parar. -Vitória. Eu chuto o peso acima de mim, tentando me libertar. -Saia de cima de mim, por favor! Prometo que não vou contar a ninguém. Por favor! Mais tremendo. Mãos em meus ombros, e então luz. -Gabriel! Abro os olhos desfocados, cobertos pelos cobertore

