-Então, então me implore. Diz ele impassível. Que dia*bos? Eu olho para ele em choque. Seus dedos se movem agilmente para o meu outro sei*o, puxando-o enquanto ele torce meu mam*ilo entre o polegar e o indicador. Sua outra mão serpenteia por baixo da minha saia, indo direto para o meu centro encharcado. -Nós iremos? Ele pergunta. -Devo apenas torturá-lo o dia todo assim? Ou você me quer? Eu tento o meu melhor para fazer uma careta para ele. -Eu quero, mas... -Então me implore. Diz ele simplesmente, não tão afetado quanto estou agora. -Diga-me o quanto você me quer. Ele puxa minha saia em volta dos meus quadris, empurrando a palma da mão entre as minhas pernas. Seus dedos se movem languidamente dentro da minha calcinha antes de mergulhar duas delas dentro de mim. Ele os move em um

