Capítulo 115 Negrão

1269 Palavras

Negrão Narrando O Borel não dorme, mas eu já tava vendo que essa noite ia ser longa. Depois de resolvermos o caso da Dandara, que agora não era mais problema nosso — literalmente, já que virou comida de urubu —, minha cabeça não parava. Aquela história da enfermeira Gerusa tava me corroendo por dentro. Eu sabia que tinha alguma coisa errada, e, se tem uma coisa que aprendi ao longo dos anos, é que o silêncio é o maior dedo-duro. — Tô só te comunicando, pô. – Bato a real para ele. Assim que o Touro deu aquele olhar sério e arqueou a sobrancelha, já soube que ele tava esperando eu desenrolar o assunto. Expliquei o que tava pegando, sobre a Gerusa sumir há dois dias e os menor comentar sobre uma discussão na casa dela. O Touro ficou calado, só ouvindo, mas, quando perguntei por que ningu

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