PÉROLA Despertei com a luz do celular do Tomás no meu rosto e dei um t**a forte no seu braço para ele desligar. Odeio qualquer claridade quando estou dormindo, prefiro aproveitar meu sono no escuro igual a um morcego como diz a minha mãe. — Ai, amor! — Ai, amor é o c*****o. – resmungo, enfiando meu rosto no travesseiro. — A Alana tá me chamando para um baile funk mais tarde. – o meu amigo conta com empolgação. Agora ele e a loirinha eram mais que amigos, eram friends. Viviam juntos e, por incrível que pareça, a amizade dos dois não aparenta ter interesse s****l, o que é quase um fenômeno da natureza de tão inédito que é o Tomás admirando uma mulher sem querer levá-la para a sua cama. Inclusive, uma das coisas que eu sempre problematizei no comportamento do Tomás foi o lance dele nunc

