Eva Eu m*l tenho conseguido dormir nos últimos dias, porque o medo do Tomás entrar no meu quarto e repetir o que ele fez naquela impiedosa noite que a Pérola e Paloma saíram para um show de pagode é gigantesco. Nunca pensei que o cara que me chama de cunhadinha de uma forma carinhosa, compra pastel folhado para eu tomar com café com leite pois sabe que eu prefiro salgado do que pão, oferece carona todos os dias para me levar na escola, manda mensagem perguntando se já jantei ou que quero comer antes de vir para o apartamento pudesse me drogar para me estuprar. Apesar de não lembrar absolutamente nada do ato, eu lembro perfeitamente dele me cobrindo com um lençol e sussurrando um “Boa noite, Evinha” antes de depositar um beijo carinhoso na minha testa. No dia seguinte, eu não entendi

