Não considero que fiz um ato extremoso, eu apenas quis retribuir o favor, afinal, ela vem cuidando de meu bem estar e alimentação. O que eu deveria fazer, deixar a garota com fome? Claro que não. Não vejo nenhum motivo para as lágrimas emocionadas que se acumulam em seus olhos, então apenas a encaro surpreso. Helena se aproxima, deixa lentamente a sacola na mesa de cabeceira depois de colocar as coisas dela no chão e olha para mim. Franzo o cenho, intrigado, porque ela não começa a desembrulhar nada, apenas olha para mim. É quando sem aviso, ela se aproxima de mim devagar e deita a cabeça em meu tronco nu. Da primeira vez que nos encontramos, ela se assustou ao me ver sem camisa, agora ela me abraça cheia de doçura. O medo que eu vi em seus olhos não existe mais, o que pode ser bem r**m.

