Seu coração começa a bater visivelmente rápido e sua respiração a mudar enquanto ela desfaz o nó do roupão, se esforçando em manter contato visual e o faz despencar em seu corpo. A essa altura ela continua sem nada por baixo, desde quando tiramos a primeira vez ontem a noite. Sem dizer nada, eu a guio até a posição certa pela coleira, puxando seu corpo para se curvar e deitar a cabeça no espaço do tronco. Helena não reluta, delicadamente deixa seu pescoço e pulsos no lugar. Ela demonstra certa agonia quando eu a prendo na posição com a parte de cima. É uma bela cena. A minha garota submissa, presa no tronco, completamente nu.a. A bu.nda maravilhosa dela arrebitada, a cinturinha se movendo involuntariamente, a ansiedade e o medo em seus olhos. Caminho ao redor dela, deixando meus dedos

