— Não pode fazer isso, é um limite rígido o exibicionismo. — Solta não tão firme, a voz e o corpo pequeno trêmulo. Eu sorrio em seus lábios. É claro que eu não vou fazer isso, não tenho intenção que vejam a minha mulher nua ou fodendo. Mesmo assim, aproveito para me divertir, já que eu gosto muito da sua cara de brava. — Estamos só nós dois no elevador, não seria culpa minha se os outros aparecessem. — O elevador apita, chegando no nosso andar. Dou um sorriso agora largo para ela, olho para as portas que não há ninguém esperando e como se estivesse pensando, antes de trazer novamente meu olhar para ela. — Mas eu estou mesmo ansioso para a praia. Largo seu pescoço e saio do elevador, retribuindo o favor de deixá-la para trás. Helena está ofegante, as pernas bambas e as bochechas cora

