CAPÍTULO 20 — DEAD

846 Palavras

É quase três da madrugada quando Pepeu começa a tatuar a mão do falecido. Ele tem dificuldade por causa do estado que o corpo está, mas realmente parece um profissional. Apesar das dificuldades, ficou muito parecido, pelas imagens de televisão será impossível perceber a diferença, principalmente porque logicamente a tatuagem não será a mesma em uma mão decomposta. É uma pena ter que desperdiçar esse talento. Pouco mais de uma hora depois, fechando as quatro, ele termina. Sem dar tempo para que ele sofra por antecipação, aperto o gatilho em direção a sua cabeça. Sem dor, sem lamentos, mais um sacrificado pela guerra da máfia. Já matei inocentes, muitos, mas não é o meu tipo favorito de assassinato. Não que eu tenha uma consciência que me acuse, mas por ser alguém que prezo a justiça. Bom,

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