— Boa tarde para você também. — Entro no carro que parou frente a minha casa. É um carro diferente do que ficava estacionado no beco ao lado da paróquia. É uma Mercedes preta e sedan que o homem dirige. Para o meu azar, eu não posso chamar o maldito de feio, pelo contrário, está ainda mais bonito atrás do volante desse carro. Vestido de jeans e uma camisa preta de malha fina que cobre até os pulsos, ele só precisou cobrir a tatuagens das mãos já que vamos passar pelos traficantes na saída. — Boa. — Não me esforço em prestar gentileza alguma. — Você não vai perguntar de novo onde vamos? — Importa para mim? — Repito a mesma frase de ontem. — Você não era assim quando eu te conheci. Onde está a garota submissa, doce e que m*l levantava a cabeça? — Você era um padre e não um assass

