— Vamos, entre. — Como vai, Helena? — Seguindo a permissão do meu pai, ele adentra e se aproxima de mim, me cumprimentando. — Estou bem, é um prazer receber o senhor aqui. — Aceno para ele, que me lança um sorriso encantador. — O prazer é todo meu, dá para sentir o cheiro ainda pelo lado de fora. — Comenta, não me deixando prender o riso. — Espero que goste. — Venha, vamos esperar na cozinha. — Meu pai sugere e os dois seguem na frente. Padre Afonso não está de batina. Ele usa uma calça social, assim como a camisa polo de manga curta que deixam a mostra os braços grandes e marcados de músculos. Ainda me é estranho ver um padre assim, mesmo que ele tenha explicado sobre a malhação. Ele é muito, muito alto, além de ter o corpo grande e tão forte que parece ser montado de rochas f

