— O que vamos fazer, agora que descartamos todas as pessoas possíveis? — pergunto para Matteo, no dia seguinte. Ele está na sua casa e eu tive quer vir para o campus, mas liguei para ele poucos minutos atrás. Confesso que estou um pouco apreensivo sobre esse assunto, principalmente porque não faço ideia de quem seja esse maldito chantagista, já que todos os nossos suspeitos foram descartados. — Tem certeza que não desconfia de mais ninguém? — Matteo solta um suspiro cansado e preocupado. Acho que ele teme por mim mais do que eu mesmo. — Sim. Não briguei com mais ninguém aqui. — deito no banquinho da praça e fecho um pouco os olhos, porque alguns raios de sol conseguem atravessar a copa das árvores. Ontem eu fiz questão de não tocar mais nesse maldito assunto e apenas curtir o meu dia

