Anahí evitou as mensagens de Alfonso durante o final de semana, não sabia como iria o encarar no trabalho depois de dizer ao seu chefe que tinha se masturbado pensando nele. Naquela noite de sexta eles tinham ultrapassado um limite que talvez não pudesse ser contido mais. Ela negava que depois daquela troca de mensagens e do beijo as coisas iriam mudar as coisas dali por diante, no fundo ela sabia que sim, mas queria e se esforçava para acreditar que era só chegar a Alfonso e dizer que deveriam esquecer o que tinha acontecido e seguir suas vidas. Foi com os pensamentos bagunçados que ela chegou para trabalhar. Foi educada como sempre e seguiu para o elevador. Quando sozinha respirou fundo. Fez tudo como sempre, como se fosse mais um dia como outro qualquer.
Porém...
Estava longe de ser uma segunda-feira normal como outra qualquer e ela se deu conta disso quando Alfonso chegou, parecia que estava mais lindo e gostoso naquele dia. Ela prendeu a respiração e tentou agir de forma natural. Ele sorriu de uma forma que mexeria com qualquer mulher, um sorriso sacana e cheio de promessas.
Alfonso: Bom dia, senhorita Portilla.
Anahí: Bom dia... Disse desviando o olhar.
Alfonso: Espero que pelo menos essa noite você tenha conseguido dormir, e que a minhas mensagens não tenha te tirado a paz a ponto de precisar se aliviar sozinha. Disse com um sorriso presunçoso nós lábios deixando Anahí boquiaberta.
Anahí: Eu...eu...hum..er.. Ela não sabia o que dizer ou como reagir. Pega de surpresa. Não esperava que ele fosse tão direto e tocar naquele assunto logo agora e cedo. Ela nem tinha preparo seu discurso para o manter afastado. Ele não esperou por uma resposta queria pegá-la desprevenida e conseguiu, por isso entrou em sua sala sorridente.
E o dia estava só começando...
Com trabalho para fazer Alfonso esqueceu um pouco de provocar sua secretária. Se concentrou no que precisava fazer nas duas reuniões que teria pela manhã. Anahí deu graças a Deus por ele estar focado nas reuniões e no trabalho não sabia o que fazer quando ele a encarava como se pudesse a ver nua, conseguia sentir todo seu corpo esquentar com cada olhar que ele lhe dava e uma parte do seu corpo se contraía com os pensamentos que tinha durante um momento e outro. Se recliminava por ficar excitada no trabalho, mas simplesmente não conseguia evitar. Anahí esperou Alfonso voltar para entregar os relatórios que ele tinha pedido e quando ele e Ucker saíram da reunião ela arrumou os relatórios pediu licença e entrou na sala.
Anahí: Os relatórios que me pediu. Disse colocando em cima da mesa. Alfonso assentiu. Ao se virar para sair. A voz dele a fez parar.
Alfonso: Almoça comigo? Perguntou já prevendo a resposta. Ela suspirou.
Ele não estava facilitando.
Anahí: Eu não posso. Disse se virando e finalmente tomando coragem para o olhar nos olhos.
Alfonso: Por que não? Não vejo nada demais em ir almoçar comigo, aliás você já fez isso. Disse se levantando e se aproximando dela.
Anahí: Foi diferente. Disse querendo sair dali. Não podia ficar muito perto dele. Ela não tinha tanto controle assim com ele tão perto.
Alfonso: Eu não vejo dessa forma. Antes não teve problema para aceitar, parece que me quer longe. Disse colocando as mãos no bolso da calça.
Anahí: Alfonso, por que está fazendo isso? Perguntou.
Alfonso: Isso o que?
Anahí: Dificultando as coisas.
Alfonso: Quem está dificultando as coisas é você, Anahí. Falou sem tirar os olhos dela um momento se quer.
Anahí: Isso é errado, não podemos nos envolver. Misturar as coisas.
Alfonso: É só não misturar. Mas você está fugindo. Você está com medo e eu não sei o porquê, nunca te prejudicaria aqui na empresa. Ele deu um passo e ela recuou.
Anahí: Eu não posso, Alfonso. Por favor, não complica as coisas pra mim. Não é justo você me colocar nessa situação.
Alfonso: Mas você quer, Anahí. Eu sei que quer. Eu também quero. O que tem demais a gente só curtir isso que está acontecendo entre nós dois?
Anahí: Eu tenho muito a perder.
Alfonso: Você está arrumando desculpas para fugir do quer que seja que está acontecendo entre nós dois.
Anahí: Só vamos esquecer tudo o que aconteceu na sexta passada.
Alfonso: Eu queria, Anahí. Eu juro que eu queria. Era muito mais simples antes de você aparecer. Eu tinha um emprego, uma vida estável, um namoro e agora eu penso em você, a maior parte do meu tempo a minha cabeça está uma bagunça e tudo o que eu quero é você.
Anahí: Não é verdade. Disse se afastando, ela ficou de costas para ele. - Você terminou com a Cláudia e está confuso e acha que sente algo por mim, mas no fundo é só carência. Uma confusão momentânea.
Alfonso: Eu pensaria isso se você não mexesse comigo desde o dia em que colocou os pés nessa sala. Eu só neguei pra mim esse tempo todo o quanto você mexia comigo. Ele tocou no braço dela a fazendo se virar e o encarar. - Se você me disser que não quer, que não me quer. Eu não vou insistir.
Anahí: Alfonso... Disse quase sem força. Ela não poderia dizer aquilo, há semanas o desejava, pensava nele. Ou melhor, nos dois, juntos. Ele não precisava ouvir mais nada. Ela queria só tinha seus receios, assim como ele tinha os deles, mas por enquanto aquilo não seria motivo para o afastar ou fazê-lo desistir.
Anahí viu em câmera lenta Alfonso se aproximar, tocar no seu rosto e encostar suas testas, ele deu um selinho e sorriu. Ela se deixou levar, não teria forças para o afastar naquele momento. O beijo veio com calma, os lábios se movimentaram devagar, até ele pedir passagem e Anahí deixou a língua dele tomar sua boca, os movimentos vieram se reconhecendo. Aquele frio na barriga apareceu de novo, assim como desejo. O beijo foi ganhando intensidade. Ela passou os braços pelo pescoço dele acariciando a nuca e os cabelos. Alfonso aprofundou o beijo. Aquilo só ficava bom, era melhor do que ambos se lembravam. Apertando a cintura dela, colando seus corpos os dois se afastaram aos poucos. Ofegantes, buscando pelo ar e pelo controle, que já não tinham. Seus lábios se colaram novamente agora mais selvagem, mais rápido. Anahí sentiu as mãos deles em seus quadril gemeu antecipadamente esperando que ele descesse as mãos. E ele desceu, apertando a b***a dela que gemeu deliciada com a sensação. Quase que instantaneamente as pernas dela circularam no quadril dele. Ele jogou algumas coisas da mesa no chão e a pôs sentada ali.
Alfonso: Você é tão gostosa... Isso é... Ele buscou uma palavra que pudesse definir aquele frenesi, mas não achou nada que descrevesse.
Anahí: Eu sei...e não para... Ele atacou o pescoço dela com beijos, lambidas e mordidas. Anahí guiada pelo desejo dava o acesso a ele jogando a cabeça para trás.
Alfonso: Você quer? Aqui? Perguntou descendo a boca pelo s***s dela, a saia embolada na cintura deixava suas pernas expostas e mãos dele com acesso a sua i********e.
Anahí: Quero, e não pergunta de novo. Disse o encarando. Eles sorriram. Depois daquilo nada foi dito, só ouviam as respirações ofegantes e os gemidos que ela soltava.
Alfonso: Quero provar você. Disse tirando a saia dela. - Sempre vou ficar imaginando com que calcinha você vem trabalhar. E vou querer tirar.
Anahí: Está perdendo tempo. Ele sorriu sacana. Anahí se contraiu ao sentir a respiração dele entre suas coxas. Ela bem que tentou se controlar, mas ao sentir a língua dele em sua b****a gemeu mais alto do que pretendia.
Alfonso: Se controla ou todos vão te ouvir gemer. Ela passou a mão nos cabelos dele enquanto sentia a língua dele em seu c******s, explorando, instigando. Fazia tanto tempo que ela não tinha sexo com alguém que não sabia se aquela sensação era por causa do tempo ou por ser com Alfonso. Ter a visão dele entre as suas pernas só serviu para deixá-la mais excitada.
Anahí: Minha..Nossa! Disse mordendo os lábios.
Alfonso nunca se esqueceria do rosto de Anahí enquanto gozava, as reações do corpo dela e principalmente, o gosto dela.
Alfonso: Linda até quando goza. Anahí o puxou para si, o beijando com fome, com desejo. Aquilo estava longe de acabar.
Anahí: Quero você. Agora. Ele sorriu, estava gostando do jeito dela no sexo. Ele desabotoou o cinto e já abria a calça dele.
É claro que nenhum dos dois planejou aquilo, aliás Alfonso nunca foi do tipo que transava na sua sala, e a experiência estava sendo maravilhosa, ele não pensava que a primeira transa deles fosse ali, mas isso não diminuía em nada o quanto aquilo estava gostoso. Anahí tomou o m****o dele em suas mãos e Alfonso fechou os olhos.
Alfonso: p***a! Que delícia. Ela o procurou com a boca, o beijando sem deixar de o masturbar, o vendo tão entregue como ela. A primeira transa poderia ser ali, aliás eles estavam prestes a fazer acontecer.
Só que...
- Alfonso, eu vim.. Ela perdeu a fala ao ver os dois. Alfonso praguejou baixo e Anahí queria enfiar a cara no primeiro buraco que aparecesse.
Definitivamente um balde de água fria em quem estava com o corpo em chamas...