Capítulo Trinta.

1358 Palavras
Alfonso voltou para o hospital e ficou com Melissa até Sophia ser liberada e isso já ia para quase uma da madrugada, passaram na farmácia 25 horas para comprar as medicações da menina e em seguida ele as deixou em casa. Melissa ofereceu o quarto de hospedes ao irmão que aceitou, já estava tarde e com sono, nos iria dirigir e achou melhor dormir por lá mesmo caso a irmã precisasse, mandou uma mensagem para Anahí e m*l aguentou esperar por uma resposta. No dia seguinte, Anahí já sabendo que Alfonso iria se atrasar, posto queno próprio passou uma mensagem avisando, teria que passar em casa para tomar banho e trocar de roupa antes de ir trabalhar, ela aproveitou e remarcou as reuniões dele da manhã para os horários libres da trade, deixou a manhã dele mais tranquila com menos sobrecarga de trabalho. Ele quando chegou sorriu ao notar que ela tinha reagendado tudo pensando no bem estar dele. Anahí: Fiz m*l? Ele negou sorrindo. Alfonso: Não, fez muito bem. Anahí: Então as 10h você tem aquela obra para supervisionar e depois uma conferência por vídeo. As reuniões só a tarde. Alfonso: Você é demais, sabia? Anahí: Só faço o que posso para ajudar meu chefe. Piscou. Ele riu negando com a cabeça. Alfonso: Vai fazer o que no horário do almoço? Anahí: Almoçar? Debochou e ele riu. Alfonso: Sozinha? Ou com a Clary ou Mais? Anahí: Não combinei nada com elas. Está me convidando para almoçar com você? Ele se aproximou dela. Foi até o ouvido dela. Alfonso: Estou te devendo duas coisas, que você coma e seja comida. Ela engoliu a seco. - Que tal um motelzinho na hora do almoço? Ela estava sentindo que sentia dificuldades para respirar. Ele beijou o pescoço dela, devagar. Anahí: Motel? Perguntou sem acreditar. Alfonso: É mais perto. Motel, hotel, meu carro, aqui na sala, onde achar melhor. Só quero fazer você gozar bem gostoso em uma cama, longe daqui onde ninguém vai nos atrapalhar. Hum? Topa? Ela sentiu as mãos deles na cintura dela, os dedos faziam uma carícia que mesmo que fosse sem malícia, a excitava. Anahí: Hum... Disse com ele ainda beijando seu pescoço. - Pescoço é covardia... Disse com a voz falha, ele soltou um riso e até isso a estava deixando excitada. Alfonso: A gente joga com as armas que tem. Disse cínico. Anahí: E que armas, Senhor! Ele riu alto.- Motel..na hora do almoço. Ok. Disse atordoada. - Preciso trabalhar. Disse se afastando e saindo da sala dele antes que ela mesma se jogasse nele e tirasse suas roupas, a cada dia que se passava ficava mais difícil resistir aquele homem, quanto.mais experimentava mais ela o queria. Os dois passaram aquela manhã de certa forma ansiosos para estarem sozinhos. Quando Alfonso saiu da sala viu sua perfeita secretária sentada o esperando. Alfonso: Vamos? Ela assentiu. Eles entraram no elevador em silêncio, não um silencia desconfortável. Eles só se evitam tocar ou se olharem em lugares de uso comum da empresa. Quando chegaram no estacionamento ele destravou o carro. Alfonso: Tudo bem? Ela assentiu. No caminho que eles conversaram normalmente. E de fato, Alfonso a levou num motel, mas não um motel qualquer. Ela percebeu isso pela entrada. Ela ficou em silêncio o observando. No quarto, ela percebeu que estava certa, porque de longe era um motel como ela pensava que era. Alfonso: O que foi? Esperava camas redondas e giratórias? Pergunto com ar de riso. Ela ficou em silêncio. - Eu não acredito nisso. Você esperava. Ela gargalhou. Anahí: Você já esteve aqui antes? Alfonso: Não, mas o Ucker já. Ele sempre vinha para cá quando namorava a Bel e ela o ia visitar durante o trabalho ou mais recentemente que ele esteve assinado com uma garota aí. Anahí: Entendi. Alfonso: Isso é ciúmes? Perguntou risonho. Anahí: Não. É que eu me sentiria desconfortável em ser a única que não conhece o local. Ele a encarou bem e aceitou a resposta dela. Alfonso: Eu acho que estamos falando demais. Anahí: Eu também. Ela passou os braços pelo pescoço dele. Os dois se beijaram, a medida que as línguas iam se acariciando em um ritmo calmo foi ganhando movimento. As mãos dele deslizando das costas até a b***a dela. Ela gemeu quando o sentiu apertar a b***a dela. Ela passou as pernas pelo quadril dele. E os dois caíram na cama, entre riso, beijos e pressa. Ela começou a desabotoar a camisa dele. - Desde de ontem eu estava louca para ficar assim com você. Alfonso: Eu também, carinõ. Anahí: Carinõ, é? Perguntou gostando do apelido. Alfonso: Sí, ¿te gusta que te llame así? Anahí: Sí. Ele sorriu quando ele tirou a calça dela foi a vez dela passar por cima e começar a tirar o cinto em a seguida da calça. Alfonso: Você é tão gostosa, acho que nunca vou cansar de te falar isso. Anahí: Você que é gostoso. Me deixa louca com esse corpo, com essas mãos em mim. Ela se aproximou dando um selinho nele depois a bochecha e foi descendo pelo pescoço, peito, abdômen, mamilo. Alfonso gemeu ao sentir os dedos dela no cós da cueca e foi entrando até segurar o m****o dele. Alfonso: Ah! Any! Anahí: Me chama de Carinõ. Ele sorriu. Alfonso: Cariño, entonces me vuelves loco. Ela sorriu satisfeita, mas isso durou pouco ele virou ficando por cima e foi a vez dele de provocar, de beijar, lamber e até mordiscar. Ela tirou o sutiã o dando livre acesso. Anahí: Me beija aqui... Pediu levando as mãos dele até os s***s dela. Ele beijou entre os s***s até chegar em um dos m*****s. Ela gemeu gostando da sensação que a língua quente dele fazia nos m*****s dela. Ele tirou a calcinha dela e foi descendo os beijos até a i********e dela. Alfonso: ¿Quiero besarte aquí? Anahí: Aham... Ela já estava excitada só em sentir a respiração dele na virilha dela. Ele deslizou as mãos dele pelas coxas dela deixou uma trilha de beijos ali, até deixá-la bem abertas para ele. Anahí segurou o lençol com força quando sentiu a língua dele na sua b****a. Jogou o corpo ao encontro dele, para Alfonso era a melhor das sensações, ter Anahí tão entregue a ele do jeito que estava, ela gemia e se contorcia sem nenhum controle sobre o corpo ou sobre o prazer que sentia. Já Anahí m*l conseguia raciocinar com a sensação da língua quente dele a chupando, lambendo, beijando, a cada pressão que ele fazia no seu c******s, era um gemido que escapava dos seus lábios. Alfonso: Carinõ...Gemeu. Anahí: Preciso de você, agora! Ela o agarrou pelos ombros. - Se não parar...eu vou... Ele se afastou tirou a cueca e voltou para cama por cima dela. Quando ele a beijou, Anahí.oode sentir seu gosto na boca dele, mas o t***o era tão grande que nenhum dos dois parecia que incomodar com isso. Ele a virou a deixando por cima. Alfonso: Senta! Disse autoritário. - Senta, Agora, Anahí! A voz rouca dele com tom firme a deixou mais excitada que tudo o que ela fez foi seguir as ordens dele. Sentou nele, levando o p*u dele dentro dela, a preenchendo. Ela começou a se mexer, se mover conforme a necessidade que eles sentiam ia guiando o ritmo. Anahí: Ah... Alfonso: Caliente, suave y apretado. Es el paraíso, Any. O jeito que ele falava e como falava a deixava sobre fora de si, fora de controle. Ele se sentou e boa gemeram mais alto conforme Aquela posição parecia o deixar ir mais fundo. - Isso, Any... Ela se mexia, indo e vindo, o fazendo entrar e sair, até ambos não aguentarem mais e atingiram o clímax. Anahí deixou o corpo relaxado em cima dela e enquanto se recuperavam aproveitavam aquela sensação. Alfonso: Quer almoçar agora? Perguntou após perceber que ela já estava com a respiração regular. Anahí: Eu quero você de novo, depois a gente almoça. Disse maliciosa. Os dois se beijaram e aos poucos aquela excitaçao estava de volta onde eles recomeçaram tudo de novo, agora em outra posição, ou poderia se dizer posições?
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