— Venha comigo. — Vane segura minha mão e novamente começa a me guiar para fora da área enorme. A chuva não para, eu me sinto fraca, ofegante, e apenas o sigo sem conseguir enxergar direito o caminho devido a água que nubla minha visão. Corremos sem olhar para trás sem nos importarmos com o som dos trovões ou o clarão dos raios, até que finalmente chegamos dentro do casarão. Só então, paramos, eu conseguindo respirar um pouco melhor. — Arthur? — Chamo quando ele se afasta de mim. Franzo o cenho, observando o que ele vai fazer, e percebo que está se aproximando do balcão . Não consigo ouvir nada de longe e nem me aproximo, só espero, e quando ele volta está com chaves na mão. Ele me encara alguns segundos e percebendo meu estado depois da corrida com esse vestido, ele apenas me pega

